Novidade
Premiado
Destaque
Sumios D'Antigamente
Tinto
2024
Vinhos Verdes
Preços
Sócio
14,25 Gfa
42,75 Cx
Não Sócio
15,00 Gfa
45,00 Cx
Vendido em cx de 3 gfa x (0,75l)
  • Notas de prova
  • Prémios
Cor rubi muito aberta. Aroma fresco e jovem, notas de fruta vermelha madura. Boca leve, fresca e suave, excelente acidez. Final longo.

Medalha de Ouro – Fórum de Enólogos Julho 2026

Designação Oficial: 
D.O.C.

Temperatura de Serviço: 

13/15 ºC

Teor alcoólico: 

11.50%vol

Longevidade: 

4 a 5 anos

Harmonizações: 

  • Pratos de carnes brancas e queijos curados.

Situações de consumo: 

Com a refeição
Vinificação: 
Colheita manual para pequenas caixas de 20kg. Desengace total da uva e maceração pelicular a frio durante 12h. Fermentação a baixa temperatura durante 15 dias. Fermentação malolática completa. O lote final é feito com 50% vinho estagiado em barricas de 225L de carvalho francês e 50% estagiado em cuba inox.
  • Castas
  • Região
  • Enólogo
  • Produtor

Alvarelhão

Cainho

Pedral

Vinhos Verdes

collapse

A Região Demarcada dos Vinhos Verdes estende-se por todo o noroeste de Portugal, na zona tradicionalmente conhecida como Entre-Douro-e-Minho. Tem como limites a Norte o rio Minho, que estabelece parte da fronteira com a Espanha, a Sul o rio Douro e as serras da Freita, Arada e Montemuro, a Este as serras da Peneda, Gerês, Cabreira e Marão e a Oeste o Oceano Atlântico. Em termos de área geográfica é a maior Região Demarcada Portuguesa, e uma das maiores da Europa.

Fonte: Vinho Verde

Observações dos produtores acerca deste vinho: 
Reflete os Vinhos D’antigamente, são vinhos tintos com pouca cor, grau alcoólico moderado e com boa longevidade, elegantes e suaves.

SUMIUS

collapse

Nascidos na terra, Xavier Ferreira e a sua Família criam o projeto Sumius que nasce pela vontade de dar voz e vida às castas tintas da Sub-região que noutros tempos, (desde século XIII), imprimiam aos vinhos da Sub-região de Monção e Melgaço a qualidade que lhes deu notoriedade a nível mundial. Marcados pela delicadeza e polidez os vinhos eram exportados pela feitoria de Viana do Castelo e apreciados pela sua frescura, subtileza na cor, teor alcoólico e elegância.

As castas tintas eram nesse período as mais afamadas e marcavam a paisagem vitivinícola ao invés das castas brancas.

Já no século XX, na década de 90, pelo conhecimento vitivinícola, técnico, científico e modernização das adegas, as castas tintas dão lugar a castas brancas como o Alvarinho que nesta região se sente em casa atingindo o seu expoente máximo de qualidade singular, tendo o reconhecimento hoje como a mais nobre casta da Sub-região de Monção e Melgaço.

A qualidade de castas tintas como Alvarelhão, Caínho, Pedral, Borraçal e Vinhão, é reconhecida e é uma herança que acreditamos que temos que preservar em homenagem às gerações que nos deixaram o saber das tradições, que se foram aperfeiçoando com os tempos. Aliamos o conhecimento empírico ao conhecimento científico e por essa razão continuamos a apoiar estudos científicos sobre as castas que ganharam o título de “castas minoritárias” pela cada vez menor presença na área de vinha da Sub região.

E é com a mesma dedicação “dos de antigamente” e paixão que o projeto Sumius continua a tradição, ouvindo cada planta da vinha, colhendo as uvas à mão garantindo que cada garrafa de Sumius traga até ao consumidor a autenticidade, complexidade e unicidade do nosso terroir e DNA das castas.