Vilarissa Valley Grande Reserva Syrah
Tinto
2020
Douro
Preços
Sócio
35,15 Gfa
70,30 Cx
Não Sócio
37,00 Gfa
74,00 Cx
Vendido em cx de 2 gfa x (0,75l)
  • Notas de prova
Cor rubi violeta, intensa, limpa e brilhante. Aroma complexo e guloso, frutos negros maduros, boa madeira muito bem integrada, notas balsâmicas, caixa de charuto, ameixa seca, alcaçuz, baunilha, muito, muito elegante e elegante, com bastante espaço para continuar a evoluir. Muito harmonioso e equilibrado. Na boca é encorpado, denso, com taninos polidos muito bem integrados no conjunto. Boa acidez. Final longo e persistente. Vinho com grande potencial de envelhecimento.
Designação Oficial: 
Regional

Temperatura de Serviço: 

16/18ºC

Teor alcoólico: 

14.50%vol

Longevidade: 

mais de 15 anos

Harmonizações: 

  • Carnes vermelhas e carnes de caça |
  • queijos com sabor forte e pratos apimentados e condimentados.

Situações de consumo: 

Com a refeição
Vinificação: 
Colheita manual para caixas de 20kg, seleção das uvas em mesa de escolha. Desengace parcial e esmagamento para a cuba inox. Fermentação alcoólica durante 12 dias, com controlo de temperatura a 23ºC, e remontagens de 2H em 2H, com uma durabilidade de 3 minutos cada ciclo. Estágio de 12 meses em barricas novas, 75% de carvalho francês e 25% carvalho americano.
  • Castas
  • Região
  • Enólogo
  • Produtor

Syrah

Douro

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Durante a ocupação romana já se cultivava a vinha e se fazia vinho nos vales do Alto Douro. A história da região é simultaneamente fascinante e cruel, desde os tempos imemoriais em que o Douro era sobretudo esforço e violência, que foi amansando e evoluindo, permitindo-nos desfrutar de uma das mais espantosas "paisagem cultural, evolutiva e viva" do país, actualmente reconhecida como Património Mundial pela UNESCO.

De salientar também o facto de ter sido a primeira região demarcada e regulamentada do mundo, aquando da criação pelo Marquês de Pombal, da Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro, em 1756.

A região, rica em microclimas como consequência da sua acidentada orografia, divide-se em três sub-regiões - Baixo Corgo, Cima Corgo e Douro Superior, produzindo-se em cada uma delas vinhos de qualidade brancos, tintos e rosados, vinhos espumantes, licorosos e ainda aguardentes de vinho com especificidades próprias.

Da globalidade do volume de vinho produzido na Região Demarcada do Douro, cerca de 50% é destinada à produção de "Vinho do Porto", enquanto que o restante volume é destinado à produção de vinhos de grande qualidade que utilizam a denominação de origem controlada "Douro" ou "Vinho do Douro".

Merece também destaque o Vinho Regional Duriense cuja região de produção é coincidente com a Região Demarcada do Douro.

Fonte: Instituto da Vinha e do Vinho, I.P.

Observações dos produtores acerca deste vinho: 
2020 foi um ano desafiante como poucos. Não só pela pandemia, que obrigou durante a vindima, a medidas de higiene social muito singulares, como pelas grandes adversidades que a natureza foi apresentando. No Douro Superior o inverno mostrou-se com temperaturas médias superiores aos últimos 20 anos. Quanto à precipitação, os meses de Novembro e Dezembro foram bastantes chuvosos, permitindo a reposição natural de água no solo. Por outro lado, em Fevereiro, alterou-se a tendência, passando a precipitação a ser bastante inferior à média de anos anteriores. Na sua globalidade, o inverso apresentou-se quente e seco, levando um avanço significativo no ciclo vegetativo. Nas nossas propriedades no Douro Superior, onde se verificou o maior avanço, a vinha abrolhou em finais de fevereiro/início de março, antecipando-se em cerca de 20 dias. A vindima, ainda assim, proporcionou mostos de boa qualidade, com elevados teores de açúcar e compostos fenólicos. As vinhas situadas nas zonas mais altas do Douro apresentaram mostos com níveis de acidez muito bons.