Premiado
Bacalhôa Bical 1931 Vinhas Velhas branco 2022
Branco
2022
Península de Setúbal
Preços
Sócio
61,28 Gfa
61,28 Cx
Não Sócio
64,50 Gfa
64,50 Cx
Vendido em cx de 1 gfa x (0,75l)
  • Notas de prova
  • Prémios
Cor amarelo palha com laivos esverdeados. Aroma intenso e elegante, notas de madeira muito bem integradas, notas minerais, de fruta de polpa branca e tosta, ligeiro toque floral. Na boca é equilibrado com boa acidez, confirma as notas minerais e tostadas. Final longo.
Medalha de Ouro – Fórum de Enólogos Julho 2026
Designação Oficial: 
D.O.C.

Temperatura de Serviço: 

10/12ºC

Teor alcoólico: 

12.50%vol

Longevidade: 

10 a 15 anos

Harmonizações: 

  • Peixes gordos (bacalhau |
  • robalo |
  • salmão) |
  • marisco cozinhado (lagosta |
  • lavagante |
  • arroz de marisco) |
  • carnes brancas (leitão) |
  • aves (perdiz |
  • peito de pato |
  • frango do campo) |
  • Queijos fortes.

Situações de consumo: 

Com a refeição
Observações de consumo: 
Vinificação: 
Maceração pelicular pré-fermentativa de 12 horas. Fermentação com controlo de temperatura. 50% do vinho fermenta em barricas novas e de 1º ano de carvalho francês com bâtonnage durante 6 meses. Os restantes 50% fermentam em inox. Estágio de 12 meses nas barricas e em inox. Engarrafamento. Estágio de 13 meses em garrafa.
  • Castas
  • Região
  • Produtor

Bical

Península de Setúbal

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Terão sido os Fenícios e os Gregos que trouxeram do Próximo Oriente bastantes castas para esta região e que, achando o clima ameno, as encostas da Arrábida e a zona ribeirinha do Tejo propícias ao cultivo da vinha, se lançaram no seu plantio. Mais tarde, os romanos e os Árabes deram grande incremento à cultura da vinha nesta península.

Com a fundação do reino de Portugal, vieram outros povos, nomeadamente os Francos, povo de antiquíssimas tradições vitícolas, que incrementaram a produção de vinho nesta região, tradição que ainda hoje prevalece.

Situada no litoral Oeste a Sul de Lisboa, é nesta região vitivinícola que se produz o famoso e tão apreciado Moscatel de Setúbal.

 

Esta região pode dividir-se em duas zonas orográficas completamente distintas: uma a Sul e Sudoeste, montanhosa, formada pelas serras da Arrábida, Rosca e S. Luís, e pelos montes de Palmela, S. Francisco e Azeitão, estes recortados por vales e colinas, com altitudes entre os 100 e os 500 m. A outra, pelo contrário, é plana, prolongando-se em extensa planície junto ao rio Sado.

O clima é misto, subtropical e mediterrânico. Influenciado pela proximidade do mar, pelas bacias hidrográficas do Tejo e do Sado, e pelas serras e montes que se situam na região, tem fracas amplitudes térmicas e um índice pluviométrico que se situa entre os 400 a 500 mm.

Os solos são argilo-arenosos ou franco-argilo-arenosos, calcários com ligeira alcalinidade, alguns deles compactos e férteis.

A qualidade dos vinhos desta região justificou o reconhecimento das Denominações de Origem Controladas "Setúbal" para a produção do vinho generoso, e "Palmela", na qual, para além dos vinhos branco e tinto, se inclui também a produção de vinho frisante, espumante, rosado e licoroso.

O Vinho Regional "Terras do Sado" produz-se em todo o distrito de Setúbal.

 

Fonte: Instituto da Vinha e do Vinho, I.P.

Observações dos produtores acerca deste vinho: 
A Quinta da Rigodeira foi adquirida pela Aliança Vinhos de Portugal em 2003. Em pleno coração da Bairrada, entre as localidades de Fogueira e Ancas, a Quinta da Rigodeira possui várias parcelas, das quais se destaca uma plantada em 1931 exclusivamente com castas brancas com especial ênfase para a variedade Bical.