Novidade
Venera Reserva
Branco
2023
Douro
Preços
Sócio
28,50 Gfa
85,50 Cx
Não Sócio
30,00 Gfa
90,00 Cx
Vendido em cx de 3 gfa x (0,75l)
  • Notas de prova
  • Prémios
Cor amarelo citrino com alguma intensidade. Aroma delicado, com notas florais e de frutos brancos. Boa madeira a envolver os aromas. Boca a confirmar as notas aromáticas. Jovem, fresco e com boa estrutura, confirma as notas de carvalho francês bem integradas. Final muito fino e persistente.

Medalha de Ouro - Fórum de Enólogos Novembro 2025

Designação Oficial: 
D.O.C.

Temperatura de Serviço: 

12/14ºC

Teor alcoólico: 

13.50%vol

Longevidade: 

10 a 12 anos

Harmonizações: 

  • Arroz de marisco |
  • peixes assados |
  • carnes brancas e massas.

Situações de consumo: 

Com a refeição
Vinificação: 
Colheita manual para caixas de 15kg, triagem das uvas à entrada da adega, maceração pelicular pré-fermentativa durante 6 horas, prensagem suave em prensa pneumática inerte. Decantação estática a frio durante 7 dias. Fermentação em cuba de inox com controlo de temperatura. Trasfega cuidada para barricas de carvalho francês de 500 L. Estágio nas barricas com bâtonnage mensal durante 12 meses. Estágio mínimo de 1 ano antes do lançamento.
  • Castas
  • Região
  • Enólogo
  • Produtor

Arinto

Gouveio

Viosinho

Douro

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Durante a ocupação romana já se cultivava a vinha e se fazia vinho nos vales do Alto Douro. A história da região é simultaneamente fascinante e cruel, desde os tempos imemoriais em que o Douro era sobretudo esforço e violência, que foi amansando e evoluindo, permitindo-nos desfrutar de uma das mais espantosas "paisagem cultural, evolutiva e viva" do país, actualmente reconhecida como Património Mundial pela UNESCO.

De salientar também o facto de ter sido a primeira região demarcada e regulamentada do mundo, aquando da criação pelo Marquês de Pombal, da Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro, em 1756.

A região, rica em microclimas como consequência da sua acidentada orografia, divide-se em três sub-regiões - Baixo Corgo, Cima Corgo e Douro Superior, produzindo-se em cada uma delas vinhos de qualidade brancos, tintos e rosados, vinhos espumantes, licorosos e ainda aguardentes de vinho com especificidades próprias.

Da globalidade do volume de vinho produzido na Região Demarcada do Douro, cerca de 50% é destinada à produção de "Vinho do Porto", enquanto que o restante volume é destinado à produção de vinhos de grande qualidade que utilizam a denominação de origem controlada "Douro" ou "Vinho do Douro".

Merece também destaque o Vinho Regional Duriense cuja região de produção é coincidente com a Região Demarcada do Douro.

Fonte: Instituto da Vinha e do Vinho, I.P.

Observações dos produtores acerca deste vinho: 
Frescura que se sente. Mineralidade e vibração num só ciclo.

QUINTA DOS LOIVOS

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Quinta dos Loivos é, antes de mais, uma experiência. A experiência que todos procuramos. A experiência do excecional.
Entre o banal e o excepcional, está a fronteira da exclusividade. Quinta dos Loivos é exclusiva em tudo o que é, faz e oferece.

Um lugar que condensa o tempo, a paisagem e a alma de uma região inteira.
Cada vinho resulta de uma leitura rigorosa das vinhas e da luz para revelar diferentes expressões do mesmo terroir.
A 500 metros de altitude, uma Quinta única, escondida entre as encostas do Douro, onde a vista se abre para um horizonte panorâmico sem fim e onde as vinhas parecem guardiãs de uma autenticidade sagrada.