Espumante Scorpio 10 Anos Bruto Natural
Espumante
2015/2025
Lisboa
Preços
Sócio
36,10 Gfa
36,10 Cx
Não Sócio
38,00 Gfa
38,00 Cx
Vendido em cx de 1 gfa x (0,75l)
  • Notas de prova
Bolha fina. Cor brilhante e intensa, amarelo palha dourado. Aroma a mostrar boa evolução, notas meladas, anis, biscoito, brioche, frutos secos. Na boca é complexo com boa estrutura, muito volume e persistência, boa mousse. Final persistente.
Designação Oficial: 
Regional

Temperatura de Serviço: 

Servir num flute de cristal a 7/9ºC

Teor alcoólico: 

12.50%vol

Longevidade: 

4 a 5 anos após dégorgement (Outubro 2025)

Harmonizações: 

  • Pratos de carnes brancas |
  • peixes e ostras.

Situações de consumo: 

Aperitivo
Com a refeição
Vinificação: 
Vindima em 2015, casta a casta com refrigeração a zero graus durante 48 horas, sendo as uvas prensadas inteiras. Decantação a frio dos mostos e fermentação durante 3 semanas a 12ºC. Espumantização pelo método clássico, com rémuage e dégorgement feitos à mão. Estágio em garrafa de 120 meses sobre as borras finas de fermentação, antes do dégorgement (Outubro 2025).
  • Castas
  • Região
  • Enólogo
  • Produtor

Alvarinho

Arinto

Cabernet Sauvignon

Chardonnay

Verdelho

Lisboa

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A cultura da vinha na Idade Média, a partir do Sé. XII, desenvolveu-se consideravelmente, principalmente devido à acção de diversas Ordens Religiosas, com particular destaque para Alcobaça, onde os seguidores de S. Bernardo se instalaram no mosteiro mandado erigir pela Ordem de Cister.

O principal objectivo na altura era a elaboração de vinho para celebração das missas, tendo os vinhos da então chamada Estremadura alcançado grande consumo e prestígio, tornando-se num dos produtos de maior peso na actividade económica da região.

Identificada como uma das maiores regiões vitivinícolas do país em termos de área de vinha e de produção de vinho, a área da região de produção da Indicação Geográfica Lisboa abrange todos os concelhos da faixa atlântica a Norte do estuário do Tejo, confinando a Norte com a Beira e a Leste com o Ribatejo.

O relevo não é muito elevado, excepto a Sul, onde aparecem alguns estratos de basalto e de granito e a região assenta, na sua quase totalidade, em formações secundárias de argilo-calcários e argilo-arenosos; por sua vez, o clima é temperado, sem grandes amplitudes térmicas, com uma queda pluviométrica anual que se situa entre os 600--700 mm.

Na zona Sul da região encontram-se as zonas vitícolas de três Denominações de Origem conhecidas pela sua tradição e prestígio: são elas, caminhando de Leste para Oeste, Bucelas, Carcavelos e Colares.

Na parte central da região, encontramos as mais vastas manchas de vinha desta região, instaladas nas encostas suaves das colinas, onde para além do Vinho com Indicação Geográfica Lisboa foram reconhecidas pelas suas características de elevada qualidade as Denominações de Origem "Alenquer", "Arruda", "Torres Vedras" e "Óbidos".

Junto ao mar é de referir uma zona produtora de vinhos particularmente vocacionados para a produção de aguardentes de qualidade e que mereceram o reconhecimento da Denominação de Origem "Lourinhã".

Na zona mais a Norte, distingue-se uma vasta região de vinha que se estende desde as encostas das serras dos Candeeiros e de Aires até ao mar. Ali, produzem-se os vinhos com direito à Denominação de Origem "Encostas d'Aire" as sub-regiões desta DO, "Alcobaça" e "Ourém".

De assinalar ainda a Indicação Geográfica Lisboa para os vinhos tintos, brancos e rosados produzidos em toda a região; para além do "Vinho Leve" com características muito próprias que o tornam bastante apreciado, em especial no tempo quente, importa também referir os espumantes com IG Lisboa.

Observações dos produtores acerca deste vinho: 
Produzido a partir de cinco castas (Chardonnay, Alvarinho, Verdelho, Arinto e Cabernet Sauvignon), vindimadas isoladamente na maturação ideal de teor em glucose, frutose e acidez total. Espumantização pelo Método Clássico, com “Rémuage” e “Dégorgement” efectuados manualmente. Foram produzidas 990 garrafas.