Destaque
Vinha dos Santos
Tinto
2017
Douro
Preços
Sócio
7,13 Gfa
42,78 Cx
Não Sócio
7,50 Gfa
45,00 Cx
Vendido em cx de 6 gfa x (0,75l)
  • Notas de prova
Cor rubi profundo com laivos violeta. Aroma de frutos silvestres maduros com um toque de especiarias e de notas balsâmicas. Na boca é fresco e frutado com boa acidez e taninos macios. Equilibrado e encorpado. Final prolongado.
Designação Oficial: 
D.O.C.

Temperatura de Serviço: 

16/17ºC

Teor alcoólico: 

14.00%vol

Longevidade: 

6 a 7 anos

Harmonizações: 

  • Pratos da cozinha regional |
  • pratos condimentados e caça.

Situações de consumo: 

Com a refeição
Vinificação: 
Vindima manual. Desengaçe e esmagamento por pisa a pé em lagares de granito de grande dimensão. Transferência para cubas de aço inox onde terminam a fermentação com controlo de temperatura. Estágio de 12 meses cuba de inox seguido de 12 meses em garrafa.
  • Castas
  • Região
  • Enólogo
  • Produtor

Touriga Franca

Touriga Nacional

Vinhas Velhas - Tintas

Douro

collapse

Durante a ocupação romana já se cultivava a vinha e se fazia vinho nos vales do Alto Douro. A história da região é simultaneamente fascinante e cruel, desde os tempos imemoriais em que o Douro era sobretudo esforço e violência, que foi amansando e evoluindo, permitindo-nos desfrutar de uma das mais espantosas "paisagem cultural, evolutiva e viva" do país, actualmente reconhecida como Património Mundial pela UNESCO.

De salientar também o facto de ter sido a primeira região demarcada e regulamentada do mundo, aquando da criação pelo Marquês de Pombal, da Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro, em 1756.

A região, rica em microclimas como consequência da sua acidentada orografia, divide-se em três sub-regiões - Baixo Corgo, Cima Corgo e Douro Superior, produzindo-se em cada uma delas vinhos de qualidade brancos, tintos e rosados, vinhos espumantes, licorosos e ainda aguardentes de vinho com especificidades próprias.

Da globalidade do volume de vinho produzido na Região Demarcada do Douro, cerca de 50% é destinada à produção de "Vinho do Porto", enquanto que o restante volume é destinado à produção de vinhos de grande qualidade que utilizam a denominação de origem controlada "Douro" ou "Vinho do Douro".

Merece também destaque o Vinho Regional Duriense cuja região de produção é coincidente com a Região Demarcada do Douro.

Fonte: Instituto da Vinha e do Vinho, I.P.

Observações dos produtores acerca deste vinho: 
É um vinho moderno, bastante encorpado, que mostra bem as qualidades inegáveis das vinhas velhas do Douro. Em Novembro de 1941, Delfim Ferreira, grande industrial do norte do país e responsável pela electrificação de grande parte do Alto Douro Vinhateiro, compra a Quinta dos Frades. Esta quinta, assim chamada por ter sido pertença do mosteiro de Salzedas, é uma das maiores (220ha) e com mais história na Região Demarcada do Douro. A produção de vinho nesta propriedade remonta ao século XIII, pela mão dos cistercienses. Classificada na sua íntegra com a letra A (a mais elevada categoria) foi sempre conhecida pela produção de vinhos do Porto de grande qualidade que vendia às casas exportadoras de Gaia. Em 2008, e aproveitando a enorme potencialidade das vinhas tradicionais da quinta, os bisnetos de Delfim Ferreira iniciam um projecto para a produção de uma pequena quantidade de vinho de mesa de Denominação de Origem Controlada DOC DOURO. Em fevereiro de 2012, recebem o Prémio de Excelência “Produtor Revelação do Ano” dado pela Revista de Vinhos em reconhecimento pelo trabalho desenvolvido e pela crescente reputação dos seus vinhos.