Novidade
Val Moreira Reserva tinto
Tinto
2018
Douro
Cima Corgo
Preços
Sócio
22,80 Gfa
68,40 Cx
Não Sócio
24,00 Gfa
72,00 Cx
Vendido em cx de 3 gfa x (0,75l)
  • Notas de prova

Cor rubi escuro intensa. Aroma muito complexo, limpo e elegante com notas de frutos vermelhos e negros maduros e um toque de especiarias. A boca confirma os aromas num conjunto denso mas delicado. Boa acidez e bom volume. Final longo, macio e persistente.

Designação Oficial: 
D.O.C.

Temperatura de Serviço: 

16°/18°C

Teor alcoólico: 

14.50%vol

Longevidade: 

8 a 10 anos

Harmonizações: 

  • Carnes vermelhas |
  • Borrego |
  • Caça |
  • Queijos curados

Situações de consumo: 

Com a refeição
Vinificação: 
Vindima manual para caixas de 20kg, desengace total e fermentação durante 8 dias em cubas de inox e 1 mês de maceração Fermentação maloláctica em cuba. Estágio de 12 meses em barricas de 225 e 500 l de carvalho francês.
  • Castas
  • Região
  • Enólogo
  • Produtor

Sousão

Tinta Roriz

Touriga Franca

Touriga Nacional

Douro

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Durante a ocupação romana já se cultivava a vinha e se fazia vinho nos vales do Alto Douro. A história da região é simultaneamente fascinante e cruel, desde os tempos imemoriais em que o Douro era sobretudo esforço e violência, que foi amansando e evoluindo, permitindo-nos desfrutar de uma das mais espantosas "paisagem cultural, evolutiva e viva" do país, actualmente reconhecida como Património Mundial pela UNESCO.

De salientar também o facto de ter sido a primeira região demarcada e regulamentada do mundo, aquando da criação pelo Marquês de Pombal, da Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro, em 1756.

A região, rica em microclimas como consequência da sua acidentada orografia, divide-se em três sub-regiões - Baixo Corgo, Cima Corgo e Douro Superior, produzindo-se em cada uma delas vinhos de qualidade brancos, tintos e rosados, vinhos espumantes, licorosos e ainda aguardentes de vinho com especificidades próprias.

Da globalidade do volume de vinho produzido na Região Demarcada do Douro, cerca de 50% é destinada à produção de "Vinho do Porto", enquanto que o restante volume é destinado à produção de vinhos de grande qualidade que utilizam a denominação de origem controlada "Douro" ou "Vinho do Douro".

Merece também destaque o Vinho Regional Duriense cuja região de produção é coincidente com a Região Demarcada do Douro.

Fonte: Instituto da Vinha e do Vinho, I.P.

Observações dos produtores acerca deste vinho: 
O ano vitícola de 2018 caracterizou-se por ser ano quente em todo o país, marcado por incêndios devido a seca extrema. O ciclo vegetativo das videiras esteve sempre antecipado cerca de 3 semanas, o que levou a que fosse uma das vindimas mais precoces de que há memória no Douro, permitindo iniciar a vindima de tintos a 6 de Setembro e finalizar a 7 de Outubro.

Quinta do Val Moreira

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Localizada na margem sul do rio Douro, no Cima-Corgo, a Quinta do Val Moreira foi comprada pela XVINUS em 2018 e requalificada para enoturismo. Tem 23 hectares dedicados à produção de Vinhos do Porto e vinhos do Douro de grande qualidade, 2 hectares de olival e 2 hectares de amendoal. Oferece uma vista fantástica sobre o Vale, onde o rio Douro e o rio Tedo são protagonistas.
A Quinta do Val Moreira consta de um mapa antigo do século XIX, bastante conhecido na época: o mapa do Barão de Forrester. Figura incontornável do Douro Vinhateiro, tinha o sonho de tornar o rio Douro navegável e seguro até à fronteira com Espanha. Este mapa valeu-lhe a reputação de cartógrafo e o título de Barão.
Hoje, a quinta desenvolve-se desde o lado norte do Marmelal, povoação bastante antiga, cujo foral de D. Sancho I data de 1194. Este documento real incluía as nossas vinhas principais e terrenos virados para o Tedo e para as Quintas de Nápoles e do Carril. 
Parte das nossas vinhas situa-se num outro vale afluente do Douro, que possuía uma das maiores linhas de água entre o Marmelal e a Folgosa. Chamavam-lhe Valmor. Estas vinhas são contíguas às ruínas da antiga casa da “Quinta de Valmor” que terá pertencido ao Visconde de Valmor onde lhe foi atribuído o prestigiado prémio lisboeta e português na área da arquitetura.
Existem dois marcos pombalinos na zona, um deles perto da pequena povoação do Marmelal, da Quinta do Val Moreira e do ribeiro do Carril. Estes marcos graníticos estão classificados como imóveis de interesse público. Mandados construir por Marquês de Pombal, em 1757, serviam para demarcar a zona dos vinhos generosos do Douro, colocada sob a jurisdição da Companhia Geral da Agricultura das Vinhas Douro. Criava-se assim a primeira região demarcada de vinhos do mundo, facto histórico que muito orgulha os durienses.

Clique aqui para visitar o site Quinta do Val Moreira