Novidade
Val Moreira Altitude
Tinto
2020
Douro
Preços
Sócio
39,90 Gfa
39,90 Cx
Não Sócio
42,00 Gfa
42,00 Cx
Vendido em cx de 1 gfa x (0,75l)
  • Notas de prova
Cor rubi profundo. Aroma intenso e suave, muito elegante, fruta fresca com notas de baunilha, ameixa preta, alcaçuz e caixa de charuto. Na boca é envolvente, finíssimo, muito complexo, bela acidez, taninos sedosos. Final prolongado.
Designação Oficial: 
D.O.C.

Temperatura de Serviço: 

16°/18°C

Teor alcoólico: 

13.00%vol

Longevidade: 

15 a 20 anos

Harmonizações: 

  • Pratos de cabrito assado |
  • Carnes brancas |
  • diversos pratos de bacalhau e queijos de massa mole.

Situações de consumo: 

Com a refeição
Observações de consumo: 
Vinificação: 
Vindima manual para caixa de 20Kg, desengace de cerca de 60% do volume da cuba e o restante em cacho inteiro. Maceração a frio de 2 semanas e fermentação alcoólica em cuba de inox durante 2 meses. A fermentação maloláctica foi ainda feita em cubas seguindo para barricas usadas. Estágio de 12 meses em barricas usadas de 225l de carvalho Francês e Português.
  • Castas
  • Região
  • Enólogo
  • Produtor

Vinhas Velhas - Tintas

Douro

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Durante a ocupação romana já se cultivava a vinha e se fazia vinho nos vales do Alto Douro. A história da região é simultaneamente fascinante e cruel, desde os tempos imemoriais em que o Douro era sobretudo esforço e violência, que foi amansando e evoluindo, permitindo-nos desfrutar de uma das mais espantosas "paisagem cultural, evolutiva e viva" do país, actualmente reconhecida como Património Mundial pela UNESCO.

De salientar também o facto de ter sido a primeira região demarcada e regulamentada do mundo, aquando da criação pelo Marquês de Pombal, da Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro, em 1756.

A região, rica em microclimas como consequência da sua acidentada orografia, divide-se em três sub-regiões - Baixo Corgo, Cima Corgo e Douro Superior, produzindo-se em cada uma delas vinhos de qualidade brancos, tintos e rosados, vinhos espumantes, licorosos e ainda aguardentes de vinho com especificidades próprias.

Da globalidade do volume de vinho produzido na Região Demarcada do Douro, cerca de 50% é destinada à produção de "Vinho do Porto", enquanto que o restante volume é destinado à produção de vinhos de grande qualidade que utilizam a denominação de origem controlada "Douro" ou "Vinho do Douro".

Merece também destaque o Vinho Regional Duriense cuja região de produção é coincidente com a Região Demarcada do Douro.

Fonte: Instituto da Vinha e do Vinho, I.P.

Observações dos produtores acerca deste vinho: 
O ano vitícola de 2020 caracterizou-se por um inverno chuvoso, ideal para a reposição de água nos solos, a que se seguiu uma primavera com temperaturas amenas, ajudando assim ao saudável desenvolvimento das plantas. No entanto, o mês de julho foi um dos mais quentes de que há registo, o que causou perdas significativas na produção, e consequentemente acelerou o processo de maturação das uvas. A vindima ocorreu entre a 1.ª e a 2.ª semana de setembro, em parcelas que pela sua exposição solar, em anos mais frescos, são vindimadas duas a três semanas mais tarde.

Quinta do Val Moreira

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Localizada na margem sul do rio Douro, no Cima-Corgo, a Quinta do Val Moreira foi comprada pela XVINUS em 2018 e requalificada para enoturismo. Tem 23 hectares dedicados à produção de Vinhos do Porto e vinhos do Douro de grande qualidade, 2 hectares de olival e 2 hectares de amendoal. Oferece uma vista fantástica sobre o Vale, onde o rio Douro e o rio Tedo são protagonistas.
A Quinta do Val Moreira consta de um mapa antigo do século XIX, bastante conhecido na época: o mapa do Barão de Forrester. Figura incontornável do Douro Vinhateiro, tinha o sonho de tornar o rio Douro navegável e seguro até à fronteira com Espanha. Este mapa valeu-lhe a reputação de cartógrafo e o título de Barão.
Hoje, a quinta desenvolve-se desde o lado norte do Marmelal, povoação bastante antiga, cujo foral de D. Sancho I data de 1194. Este documento real incluía as nossas vinhas principais e terrenos virados para o Tedo e para as Quintas de Nápoles e do Carril. 
Parte das nossas vinhas situa-se num outro vale afluente do Douro, que possuía uma das maiores linhas de água entre o Marmelal e a Folgosa. Chamavam-lhe Valmor. Estas vinhas são contíguas às ruínas da antiga casa da “Quinta de Valmor” que terá pertencido ao Visconde de Valmor onde lhe foi atribuído o prestigiado prémio lisboeta e português na área da arquitetura.
Existem dois marcos pombalinos na zona, um deles perto da pequena povoação do Marmelal, da Quinta do Val Moreira e do ribeiro do Carril. Estes marcos graníticos estão classificados como imóveis de interesse público. Mandados construir por Marquês de Pombal, em 1757, serviam para demarcar a zona dos vinhos generosos do Douro, colocada sob a jurisdição da Companhia Geral da Agricultura das Vinhas Douro. Criava-se assim a primeira região demarcada de vinhos do mundo, facto histórico que muito orgulha os durienses.

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