Quinta Nova Unoaked
Tinto
2019
Douro
Cima Corgo
Preços
Sócio
8,46 Gfa
50,76 Cx
Não Sócio
8,90 Gfa
53,40 Cx
Vendido em cx de 6 gfa x (0,75l)
  • Notas de prova

Cor rubi com laivos azulados. Aroma jovem e intenso com leves notas minerais. Na boca é muito equilibrado com boa estrutura e acidez. Final agradável.

Designação Oficial: 
D.O.C.

Temperatura de Serviço: 

16/17ºC

Teor alcoólico: 

14.00%vol

Longevidade: 

5 a 7 anos

Harmonizações: 

  • Massas apaladadas |
  • Aves |
  • Carnes brancas |
  • Queijos de estrutura média

Situações de consumo: 

Com a refeição
Vinificação: 
Seleção manual das uvas com triagem à entrada da adega. Desengace total, maceração pré-fermentativa a frio e fermentação em cubas de inox de 25.000 litros onde estagia durante 12 meses.
  • Castas
  • Região
  • Enólogo
  • Produtor

Tinta Roriz

Tinto Cão

Touriga Franca

Touriga Nacional

Douro

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Durante a ocupação romana já se cultivava a vinha e se fazia vinho nos vales do Alto Douro. A história da região é simultaneamente fascinante e cruel, desde os tempos imemoriais em que o Douro era sobretudo esforço e violência, que foi amansando e evoluindo, permitindo-nos desfrutar de uma das mais espantosas "paisagem cultural, evolutiva e viva" do país, actualmente reconhecida como Património Mundial pela UNESCO.

De salientar também o facto de ter sido a primeira região demarcada e regulamentada do mundo, aquando da criação pelo Marquês de Pombal, da Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro, em 1756.

A região, rica em microclimas como consequência da sua acidentada orografia, divide-se em três sub-regiões - Baixo Corgo, Cima Corgo e Douro Superior, produzindo-se em cada uma delas vinhos de qualidade brancos, tintos e rosados, vinhos espumantes, licorosos e ainda aguardentes de vinho com especificidades próprias.

Da globalidade do volume de vinho produzido na Região Demarcada do Douro, cerca de 50% é destinada à produção de "Vinho do Porto", enquanto que o restante volume é destinado à produção de vinhos de grande qualidade que utilizam a denominação de origem controlada "Douro" ou "Vinho do Douro".

Merece também destaque o Vinho Regional Duriense cuja região de produção é coincidente com a Região Demarcada do Douro.

Fonte: Instituto da Vinha e do Vinho, I.P.

Observações dos produtores acerca deste vinho: 
A Vindima 2019 devido ás temperaturas moderadas que se fizeram sentir durante o desenvolvimento do ciclo vegetativo e durante o verão, decorreu dentro da normalidade, sendo o seu inicio mais tardio, quando comparado com os últimos 5 anos. Durante o período de crescimento vegetativo da planta, o clima foi bastante instável, obrigando-nos a uma redobrada atenção sobre as doenças e pragas. Ainda que não tendo a mesma pressão de doença verificada em 2018, não foi um ano fácil, obrigando-nos a continuas intervenções preventivas. A disponibilidade de água no solo foi extremamente importante durante o período de crescimento máximo da planta. A fase final de maturação durante o mês de Setembro foi mais prolongada no tempo, levando a uma acuidade extrema sobre o ponto ótimo de colheita da uva.

Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo

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A Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo, com 120 hectares, 85 dos quais plantados com vinha classificada com a Letra A, situa-se junto do Pinhão e está integrada na Região Demarcada do Douro desde a sua instituição, em 1756.

Ao longo dos tempos, todo o património histórico da quinta tem sido cuidadosamente preservado - a casa senhorial oitocentista, hoje hotel do vinho, a capela de estilo barroco datada de 1795, a capela do século XVII que se situa junto ao rio, os pomares, a azenha e a adega de 1764. Renovamos as tradições, mas respeitamos a autenticidade da paisagem.

O nome "Quinta Nova" tem origem na nova quinta que foi criada após a junção de duas quintas. Nossa Senhora do Carmo relaciona-se com a santa padroeira da capela que foi construída no século XVII, junto à margem do rio Douro. Naquela perigosa zona do rio, os tripulantes dos barcos rabelos eram vítimas de frequentes naufrágios, suplicando pela protecção daquela santa. Assim, durante o séc XVII, na sequência de uma promessa dos mareantes, foi construída a pequena capela, albergando uma imagem em pedra desta padroeira e renomeando a propriedade para Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo.