Premiado
Selecção Fórum
Quinta da Carregosa Vinhas Velhas
Tinto
2017
Douro
Cima Corgo
Preços
Sócio
22,80 Gfa
68,40 Cx
Não Sócio
24,00 Gfa
72,00 Cx
Vendido em cx de 3 gfa x (0,75l)
  • Notas de prova
  • Prémios
Cor rubi intensa. Aroma elegante e frutado com notas de frutos pretos muito bem integrada no conjunto. Na boa é maduro, cheio, complexo. Boa estrutura e volume com notas da boa madeira do estágio. Final persistente, longo, frutado e tenso.
Medalha de Ouro

Fórum de Enólogos

Aprovado pelos Enólogos do Fórum de Junho de 2019
Designação Oficial: 
D.O.C.

Temperatura de Serviço: 

16/18ºC

Teor alcoólico: 

14.50%vol

Longevidade: 

15 anos

Harmonizações: 

  • Carnes assadas |
  • Caça |
  • Borrego |
  • Cabrito |
  • cozinha tradicional portuguesa.

Situações de consumo: 

Com a refeição
Vinificação: 
Vindima manual. Esmagamento e desengace total. Maceração pré-fermentativa durante 24 horas. Fermentação com controlo de temperatura. Estágio de 12 meses em barricas de carvalho francês.
  • Castas
  • Região
  • Enólogo
  • Produtor

Bastardo

Rufete

Tinta Amarela

Tinta Barroca

Tinta Roriz

Touriga Franca

Vinhas Velhas - Tintas

Douro

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Durante a ocupação romana já se cultivava a vinha e se fazia vinho nos vales do Alto Douro. A história da região é simultaneamente fascinante e cruel, desde os tempos imemoriais em que o Douro era sobretudo esforço e violência, que foi amansando e evoluindo, permitindo-nos desfrutar de uma das mais espantosas "paisagem cultural, evolutiva e viva" do país, actualmente reconhecida como Património Mundial pela UNESCO.

De salientar também o facto de ter sido a primeira região demarcada e regulamentada do mundo, aquando da criação pelo Marquês de Pombal, da Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro, em 1756.

A região, rica em microclimas como consequência da sua acidentada orografia, divide-se em três sub-regiões - Baixo Corgo, Cima Corgo e Douro Superior, produzindo-se em cada uma delas vinhos de qualidade brancos, tintos e rosados, vinhos espumantes, licorosos e ainda aguardentes de vinho com especificidades próprias.

Da globalidade do volume de vinho produzido na Região Demarcada do Douro, cerca de 50% é destinada à produção de "Vinho do Porto", enquanto que o restante volume é destinado à produção de vinhos de grande qualidade que utilizam a denominação de origem controlada "Douro" ou "Vinho do Douro".

Merece também destaque o Vinho Regional Duriense cuja região de produção é coincidente com a Região Demarcada do Douro.

Fonte: Instituto da Vinha e do Vinho, I.P.

Observações dos produtores acerca deste vinho: 
As uvas utilizadas para vinificar este vinho são provenientes das videiras mais antigas da Quinta da Carregosa. As videiras, com mais de 90 anos, foram plantadas em socalcos, alguns com muros construídos há dois séculos. No seu solo, removido de forma manual num esforço ímpar, foram plantadas diferentes castas tradicionais do Douro. Este vinho expressa, no seu perfil, todo o carácter da história vitícola da Quinta da Carregosa.

Quinta da Carregosa

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O projeto da marca Quinta da Carregosa consiste na produção de vinhos de quinta. As primeiras vinhas foram plantadas há cerca de 80 anos e o seu solo foi removido de forma manual num esforço ímpar, que só os homens do Douro foram capazes de conseguir. As vinhas da Quinta da Carregosa estendem-se por uma encosta xistosa de cerca de 40 hectares, que beneficiam de uma exposição solar privilegiada, e que se elevam a uma altitude de entre os 200 e 500 metros do nível do mar. Atualmente a quinta possui uma grande diversidade de castas autóctones, criteriosamente escolhidas em função da especificidade do seu terroir, para assim se obterem vinhos de quinta premium e de forte identidade.

A HISTORIA
Em 1909, José da Costa, um homem duriense já com saber, feito da luta e da experiência da vinificação do vinho do Porto e apaixonado por esta zona bela que lhe enche a alma, constrói a Quinta da Carregosa. O seu filho, Serafim da Costa, foi um extraordinário apoiante e impulsionador, tanto com o seu labor como com o seu entusiasmo e pedagogia. Maria Irene Costa e Manuel Costa, filha e neto de Serafim da Costa, herdam um passado e ao qual dão continuidade com o mesmo trabalho duro e persistente. Fernando Costa, jovem enólogo e filho de Manuel Costa, traz consigo a inovação, os conhecimentos técnico-científicos, a vontade de dar continuidade ao legado familiar, projetando, assim, um futuro de excelência na produção e comercialização das marcas da agora denominada Carregosa Vinhos Lda. O forte investimento realizado nas vinhas e em equipamento nos últimos anos atesta a confiança e delineia objetivos que os proprietários têm no seu projeto.