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Tinto
2019
Douro
Preços
Sócio
8,55 Gfa
51,30 Cx
Não Sócio
9,00 Gfa
54,00 Cx
Vendido em cx de 6 gfa x (0,75l)
  • Notas de prova
Cor rubi profundo com laivos violeta. Aroma intenso, fresco e frutado com notas de frutos silvestres, erva doce e pimenta branca. Na boca é equilibrado e macio com bom volume, bom equilíbrio entre a estrutura, o corpo e a textura sedosa. Final longo.
Designação Oficial: 
D.O.C.

Temperatura de Serviço: 

16/18ºC

Teor alcoólico: 

14.00%vol

Longevidade: 

6 a 7 anos

Harmonizações: 

  • Peixes Gordos Grelhados |
  • carnes brancas e vermelhas assadas e caça.

Situações de consumo: 

Com a refeição
Vinificação: 
Seleção e vindima manual cuidada. Esmagamento e desengace total. 24 horas de maceração pré-fermentativa a 30ºC. Fermentação alcoólica entre os 22ºC e os 24ºC . Fermentação maloláctica induzida com controlo de temperatura. Estágio em cuba inox de pequeno volume
  • Castas
  • Região
  • Enólogo
  • Produtor

Tinta Barroca

Tinta Roriz

Touriga Franca

Touriga Nacional

Douro

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Durante a ocupação romana já se cultivava a vinha e se fazia vinho nos vales do Alto Douro. A história da região é simultaneamente fascinante e cruel, desde os tempos imemoriais em que o Douro era sobretudo esforço e violência, que foi amansando e evoluindo, permitindo-nos desfrutar de uma das mais espantosas "paisagem cultural, evolutiva e viva" do país, actualmente reconhecida como Património Mundial pela UNESCO.

De salientar também o facto de ter sido a primeira região demarcada e regulamentada do mundo, aquando da criação pelo Marquês de Pombal, da Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro, em 1756.

A região, rica em microclimas como consequência da sua acidentada orografia, divide-se em três sub-regiões - Baixo Corgo, Cima Corgo e Douro Superior, produzindo-se em cada uma delas vinhos de qualidade brancos, tintos e rosados, vinhos espumantes, licorosos e ainda aguardentes de vinho com especificidades próprias.

Da globalidade do volume de vinho produzido na Região Demarcada do Douro, cerca de 50% é destinada à produção de "Vinho do Porto", enquanto que o restante volume é destinado à produção de vinhos de grande qualidade que utilizam a denominação de origem controlada "Douro" ou "Vinho do Douro".

Merece também destaque o Vinho Regional Duriense cuja região de produção é coincidente com a Região Demarcada do Douro.

Fonte: Instituto da Vinha e do Vinho, I.P.

Observações dos produtores acerca deste vinho: 
As vinhas da Quinta da Carregosa ficam situadas no lugar da Balsa do Douro, concelho de Tabuaço, junto da foz do rio Távora, um afluente do rio Douro, bem no coração da Região Demarcada do Douro. A Quinta da Carregosa estende-se por uma encosta xistosa de cerca de 40 Hectares. O xisto tem uma elevada capacidade de retenção do calor durante o dia, o qual se liberta gradualmente durante a noite, reduzindo as amplitudes térmicas diárias e contribuindo para o avanço da maturação.

Quinta da Carregosa

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O projeto da marca Quinta da Carregosa consiste na produção de vinhos de quinta. As primeiras vinhas foram plantadas há cerca de 80 anos e o seu solo foi removido de forma manual num esforço ímpar, que só os homens do Douro foram capazes de conseguir. As vinhas da Quinta da Carregosa estendem-se por uma encosta xistosa de cerca de 40 hectares, que beneficiam de uma exposição solar privilegiada, e que se elevam a uma altitude de entre os 200 e 500 metros do nível do mar. Atualmente a quinta possui uma grande diversidade de castas autóctones, criteriosamente escolhidas em função da especificidade do seu terroir, para assim se obterem vinhos de quinta premium e de forte identidade.

A HISTORIA
Em 1909, José da Costa, um homem duriense já com saber, feito da luta e da experiência da vinificação do vinho do Porto e apaixonado por esta zona bela que lhe enche a alma, constrói a Quinta da Carregosa. O seu filho, Serafim da Costa, foi um extraordinário apoiante e impulsionador, tanto com o seu labor como com o seu entusiasmo e pedagogia. Maria Irene Costa e Manuel Costa, filha e neto de Serafim da Costa, herdam um passado e ao qual dão continuidade com o mesmo trabalho duro e persistente. Fernando Costa, jovem enólogo e filho de Manuel Costa, traz consigo a inovação, os conhecimentos técnico-científicos, a vontade de dar continuidade ao legado familiar, projetando, assim, um futuro de excelência na produção e comercialização das marcas da agora denominada Carregosa Vinhos Lda. O forte investimento realizado nas vinhas e em equipamento nos últimos anos atesta a confiança e delineia objetivos que os proprietários têm no seu projeto.