Campolargo Pinot Noir
Tinto
2017
Bairrada
Preços
Sócio
14,25 Gfa
42,75 Cx
Não Sócio
15,00 Gfa
45,00 Cx
Vendido em cx de 3 gfa x (0,75l)
  • Notas de prova
Cor rubi claro. Aroma muito fino e elegante, fresco, cheio de fruto com ligeiro toque de especiarias. Na boca é fresco com notas típicas da casta, cogumelos e musgo com apontamentos de cereja e framboesa. Final elegante.
Designação Oficial: 
D.O.C.

Temperatura de Serviço: 

15/18ºC

Teor alcoólico: 

13.50%vol

Longevidade: 

8 a 10 anos

Harmonizações: 

  • Pratos de carne bem condimentados |
  • caça e outros pratos fortes da gastronomia portuguesa.

Situações de consumo: 

Com a refeição
Vinificação: 
Desengace total. Fermentação em pequenos lagares com pisa manual. Fim de fermentação alcoólica e maloláctica em madeira usada, seguida de estágio em barricas usadas, durante 12 meses.
  • Castas
  • Região
  • Enólogo
  • Produtor

Pinot Noir

Bairrada

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A Bairrada situa-se entre dois importantes centros urbanos e universitários, que são Coimbra e Aveiro, respectivamente a sul e a norte daquela região vitícola, o primeiro com grandes tradições, designadamente por ter sido a primeira capital do País e onde se encontram sepultados os dois primeiros Reis de Portugal (no Convento de Sª Cruz).

A volta da Bairrada e num raio máximo de 50 km, existem muitos e variados atributos turísticos que podem e devem ser combinados com a degustação dos seus típicos vinhos e a gastronomia local, realizando na prática o Enoturismo.
Assim, tomando como referência o concelho de Anadia, que tem vindo a afirmar-se como a capital do vinho na região, com o seu Museu do Vinho e restante complexo vitivinícola (Comissão, Estação e Escola Profissional), encontram-se para poente as praias da Costa Nova, de Mira e da Figueira da Foz, e para nascente as montanhas do Caramulo e do Buçaco.

Uma miríade de valores históricos e culturais merece referência nas cidades mais importantes. É o caso da secular Universidade de Coimbra com a sua resplandecente Biblioteca do século XVII, da Sé Velha, dos Museus de Santa Clara-a-Velha e Machado de Castro ou ainda das ruínas romanas de Conímbriga.

Observações dos produtores acerca deste vinho: 
Este Pinot Noir tem a finura que se pretende e um carácter que muito o aproxima dos tintos de Borgonha. Um belíssimo exemplar da casta.

Manuel dos Santos Campolargo

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Martinho, lavrador de Mogofores, Avô dos actuais responsáveis, produzia vinho tinto e sendo um dos raros vinificadores que separava as uvas brancas das tintas, fazia um belíssimo e famoso vinho branco. Ambos eram vendidos a granel a casas de negócio da região que o engarrafavam. Tendo falecido em finais dos anos sessenta do século passado, Manuel Campolargo tomou a seu cargo a totalidade da exploração cujas vinhas modernizou e ampliou, deixando no entanto de produzir vinho para o mercado. Em meados dos anos noventa foram iniciados ensaios de vinificação com as diversas castas entretanto plantadas (muitas das quais o foram pela primeira vez na região). Tomou-se então a decisão de começar a vinificar para o mercado e de construir uma nova adega. Os primeiros vinhos da marca Campolargo foram os da colheita de 2000, sendo que a nova adega apenas foi construída em 2004. Actualmente, a terceira geração é responsável pela vinha, Jorge Campolargo e pela adega e vendas, Carlos Campolargo. Mas tem já a colaboração da quarta geração, Joana Campolargo, que assegura o apoio administrativo e as relações externas.

As vinhas agrupam-se em duas propriedades: Quinta de S. Mateus, 110ha. na freguesia de S. Lourenço do Bairro e Quinta de Vale de Azar, 60ha. na freguesia de Arcos. As parcelas recebem os nomes tradicionais dos sítios, os quais são usados para os vinhos aí nascidos.
No decurso da vinificação não se adicionam quaisquer leveduras, enzimas ou bactérias. As uvas colhidas manualmente, desinfectadas e quase sempre desengaçadas na totalidade, são pisadas com recurso exclusivo a dois robot.

Para os visitantes está previsto um circuito que permite acompanhar todo o processo de vinificação antes descrito e, posteriormente, disfrutar de uma prova na galeria da cave, ao rés da vinha, ou 25 metros mais acima na sala de provas. Daí se avista o extraordinário panorama das suaves colinas cobertas de vinha e ao longe, toda a cordilheira de serras desde a Lousã até muito ao norte do Caramulo.

Clique aqui para visitar o site Manuel dos Santos Campolargo