Novidade
Sem Maneiras tinto
Tinto
2017
Alentejo
Preços
Sócio
9,31 Gfa
55,86 Cx
Não Sócio
9,80 Gfa
58,80 Cx
Vendido em cx de 6 gfa x (0,75l)
  • Notas de prova

Cor rubi. Aroma frutado com notas balsâmicas e um ligeiro toque mineral. Bom volume de boca num conjunto complexo, equilibrado e harmonioso. Final fresco e ligeiramente frutado.

Designação Oficial: 
D.O.C.

Temperatura de Serviço: 

14/16ºC

Teor alcoólico: 

13.50%vol

Longevidade: 

6 a 7 anos

Harmonizações: 

  • Pratos de carnes brancas |
  • Massas |
  • pratos vegetarianos

Situações de consumo: 

Com a refeição
Vinificação: 
Vindima manual sendo a maior parte das uvas desengaçada. Fermentação tanques de cimento. Estágio de 24 meses em ânforas.
  • Castas
  • Região
  • Enólogo
  • Produtor

Vinhas Velhas - Tintas

Alentejo

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O plantio da vinha nesta região data do período romano, como atestam vestígios vários dessa época, nomeadamente graínhas de uva descobertas nas ruínas de São Cucufate, perto da Vidigueira, e alguns lagares romanos.Os primeiros documentos escritos sobre o plantio da vinha datam do século XII.

Na imensidão de horizontes planos, ou quase planos, o Alentejo tem como acidentes orográficos mais importantes as serras de Portel (421 m), Ossa (649 m) e S. Mamede (1025 m).

É no entanto nas elevações isoladas que se geram os microclimas propícios ao plantio da vinha e que conferem qualidade às massas vínicas.

A posição meridional e a ausência de relevos importantes são responsáveis pelas características Mediterrânica e Continental do clima. A insolação tem valores bastante elevados, o que se reflecte na maturação das uvas, principalmente nos meses que antecedem a vindima, conferindo às uvas uma desejável acumulação dos açúcares e de matérias corantes na película dos bagos.

As vinhas localizam-se na sua maioria, em substrato geológico de rochas plutónicas (granitos, tonalitos, sienitos e sienitos nefelínicos), sendo contudo de salientar a diversidade de manchas pedológicas nas quais as vinhas são instaladas (nomeadamente manchas xistosas e argilo-calcárias).

É igualmente importante referir que os melhores terrenos são eleitos para a cultura cerealífera e exploração agro-pecuária, enquanto que a vinha e a oliveira, dada a sua rusticidade, assentam nos solos com fraca capacidade de uso.

A similitude das características organolépticas dos vários VQPRD do Alentejo acrescida pelo facto de o consumidor os associar genericamente à referida menção, justificam a Denominação de Origem "Alentejo", na qual estão incluídas as seguintes 8 sub-regiões: "Portalegre", "Borba", "Redondo", "Reguengos", "Vidigueira", "Évora", "Granja-Amareleja" e "Moura".

O Vinho Regional "Alentejano" é produzido em toda a região vitivinícola Alentejo. 

 

Fonte: Instituto da Vinha e do Vinho, I.P.

Observações dos produtores acerca deste vinho: 
No Alto Alentejo, na planície e na serra. Todos os pontos cardeais, o mundo todo, num só lugar. Além-Tejo. Para lá do rio Tejo, para lá de todas as margens, barreiras, fronteiras - pessoais, geográficas, racionais, nacionais. Não há linhas que travem esta amizade, não há marcas que confinem, não há constrangimentos nem “maneiras". Há sim mentes brilhantes que olham para lá das linhas, para lá dos lugares comuns, para lá das normas. Dirk, Daniel Niepoort e a cúmplice, Pisca, unem forças com Ljubomir numa “luta" sem igual, para um resultado que mistura sotaques e sabores, aromas e ingredientes, que aproxima o copo do tacho, a faca da garrafa, e transforma a mesa num lugar ainda mais estranho- e que tanto se entranha.

Niepoort Vinhos

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A missão da Niepoort é manter o seu posicionamento de “niche player”, dando continuidade à produção de distintos Vinhos do Porto e Vinhos do Douro, conjugando a tradição secular com a inovação.

Observações:
O Porto Vintage mantém a tradição da Niepoort de criar Portos equilibrados, com grande concentração sendo simultaneamente finos e delicados. Na Niepoort acreditamos que conseguimos produzir um Porto Vintage com capacidade para durar décadas.