Premiado
Selecção Fórum
Ravasqueira Premium
Tinto
2014
Alentejo
Preços
Sócio
46,55 Gfa
46,55 Cx
Não Sócio
49,00 Gfa
49,00 Cx
Vendido em cx de 1 gfa x (0,75l)
  • Notas de prova
  • Prémios
Cor vermelho-escuro com leves laivos atijolados. Aroma expressivo intenso e elegante, intenso e estruturado, notas de boa fruta e um bouquet complexo, (caramelo, baunilha, ligeiro tostado), madeira bem casada no conjunto. A boca confirma a complexidade, é intenso e denso com boa estrutura e volume, equilibrado, boa madeira bem integrada no conjunto, notas de grafite, ameixas e ginjas. Bom potencial de envelhecimento. Final longo e complexo.

Medalha de Ouro – Fórum de Enólogos Junho 2022

Designação Oficial: 
Regional

Temperatura de Serviço: 

16/18ºC

Teor alcoólico: 

14.00%vol

Longevidade: 

18 a 20 Anos

Harmonizações: 

  • Carnes vermelhas |
  • caça e queijos de pasta mole.

Situações de consumo: 

Com a refeição
Observações de consumo: 
Pode e deve ser decantado
Vinificação: 
Vindima manual com seleção zonal e por planta para caixas de 20kg. As uvas são conservadas 48 horas em câmara frigorífica a 2ºC. Seleção manual dos cachos em tapete de escolha. Maceração pré-fermentativa a frio em lagar durante 5 dias. Fermentação durante 12 dias. Passagem para as barricas onde ocorre a fermentação maloláctica. Estágio de 24 meses em barricas novas de Carvalho Francês com posterior estágio em garrafa de um ano.
  • Castas
  • Região
  • Enólogo
  • Produtor

Alicante Bouschet

Aragonez

Syrah

Touriga Franca

Touriga Nacional

Alentejo

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O plantio da vinha nesta região data do período romano, como atestam vestígios vários dessa época, nomeadamente graínhas de uva descobertas nas ruínas de São Cucufate, perto da Vidigueira, e alguns lagares romanos.Os primeiros documentos escritos sobre o plantio da vinha datam do século XII.

Na imensidão de horizontes planos, ou quase planos, o Alentejo tem como acidentes orográficos mais importantes as serras de Portel (421 m), Ossa (649 m) e S. Mamede (1025 m).

É no entanto nas elevações isoladas que se geram os microclimas propícios ao plantio da vinha e que conferem qualidade às massas vínicas.

A posição meridional e a ausência de relevos importantes são responsáveis pelas características Mediterrânica e Continental do clima. A insolação tem valores bastante elevados, o que se reflecte na maturação das uvas, principalmente nos meses que antecedem a vindima, conferindo às uvas uma desejável acumulação dos açúcares e de matérias corantes na película dos bagos.

As vinhas localizam-se na sua maioria, em substrato geológico de rochas plutónicas (granitos, tonalitos, sienitos e sienitos nefelínicos), sendo contudo de salientar a diversidade de manchas pedológicas nas quais as vinhas são instaladas (nomeadamente manchas xistosas e argilo-calcárias).

É igualmente importante referir que os melhores terrenos são eleitos para a cultura cerealífera e exploração agro-pecuária, enquanto que a vinha e a oliveira, dada a sua rusticidade, assentam nos solos com fraca capacidade de uso.

A similitude das características organolépticas dos vários VQPRD do Alentejo acrescida pelo facto de o consumidor os associar genericamente à referida menção, justificam a Denominação de Origem "Alentejo", na qual estão incluídas as seguintes 8 sub-regiões: "Portalegre", "Borba", "Redondo", "Reguengos", "Vidigueira", "Évora", "Granja-Amareleja" e "Moura".

O Vinho Regional "Alentejano" é produzido em toda a região vitivinícola Alentejo. 

 

Fonte: Instituto da Vinha e do Vinho, I.P.

Observações dos produtores acerca deste vinho: 
Distinto pela concentração e elegância das uvas, o Vinha das Romãs tornou-se um ícone da Ravasqueira pela influência das antigas romãnzeiras que existiam no local onde hoje se encontra a vinha. Com o tempo fomos percebendo melhor este efeito dando origem a este lote ímpar de Touriga Franca e Syrah. Estagiou 20 meses em barricas novas de carvalho francês.

Monte da Ravasqueira

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Ligado há três gerações à família José de Mello, o Monte da Ravasqueira ocupa uma área de 3000 hectares de paisagem tipicamente alentejana.

Situado na vila de Arraiolos, a uma hora de distância de Lisboa, o Monte da Ravasqueira mantém uma ligação de três gerações à família José de Mello, desde 1943. Com uma vasta área de paisagem tipicamente alentejana, as condições geológicas e climáticas daquele Alentejo único, levaram o empresário José Manuel de Mello a acreditar que o Monte da Ravasqueira tinha tudo para produzir vinhos de alta qualidade.
O sonho começa a ganhar forma em 1998 quando, após uma série de estudos geológicos para a escolha das melhores castas e dos melhores locais, um antigo pomar dá corpo às primeiras vinhas. Uma cirúrgica plantação, aconselhada pelos melhores consultores das universidades de Évora, Trás-os-Montes e Bordéus. A primeira vindima dá-se em 2001 apenas para consumo interno, mas tudo levava a crer que essa seria a primeira de muitas outras. Hoje, o Monte da Ravasqueira estende-se ao longo de 3.000 hectares, 45 dos quais dedicados à vinha. São, no total, 15 castas distribuídas por 29 talhões, plantadas em oito diferentes tipos de solo, que permitem a produção dos melhores néctares da região, cuja gestão e exploração é assegurada pela Sociedade Agrícola D. Diniz, S.A.
Mantendo a qualidade e o carácter dos seus vinhos num blend de tradição, inovação e dedicação à ciência e à arte da enologia, o Monte da Ravasqueira desenvolve ainda outras atividades ligadas à cortiça, criação e comercialização de gado bovino, engorda de porco preto alentejano e, ainda, produção e comercialização de mel e azeite.

A HISTÓRIA
1943 – A propriedade Monte da Ravasqueira foi adquirida por D. Manuel de Mello, como casa de família e retiro fora da cidade.

1966 – José Manuel de Mello assume a gestão do Monte da Ravasqueira após o falecimento do seu pai D. Manuel de Mello. Ali se dedicaria à agricultura, ao apuramento da raça do Cavalo Lusitano e à plantação de vinha. Nesta casa cresceram também os seus 12 filhos que, hoje, lideram o Grupo José de Mello. O Monte da Ravasqueira tornou-se, ao longos dos anos, muito mais do que uma casa de família, empregando, a dada altura, mais de 300 pessoas da região de Arraiolos.

1996 – Campeões do Mundo de Atrelagem. Um feito alcançado, a quatro cavalos, por uma equipa de Cavalos Lusitanos do Monte da Ravasqueira, conduzida por Feliz Brasseur, em Waregem, Bélgica, naquela que foi a primeira grande vitória de Cavalos Lusitanos numa competição hípica mundial.

1998 – Fruto de uma paixão, José Manuel de Mello dá início ao seu projeto de vinhos, plantando as primeiras vinhas no Monte da Ravasqueira.

2001 – Primeira Vindima. Quatro anos após serem plantadas as primeiras vinhas, a família vindimou aquele que seria o primeiro vinho. Engarrafado e rotulado como MR, este vinho nunca chegaria ao mercado, sendo hoje considerado uma relíquia de grande simbolismo no seio da família e dos colaboradores da Ravasqueira.

2003 – Lançado o Primeiro Vinho. Da colheita de 2002, chegou ao mercado o primeiro vinho do Monte da Ravasqueira – Fonte da Serrana – um vinho tinto que foi comercializado até meados de 2017.

2006 – Taça Ibérica de Atrelagem. Organizado pelo Monte da Ravasqueira, a prova decorreu na Herdade da Mata, entre 23 e 26 de Março, compreendendo um concurso hípico no qual os concorrentes eram avaliados nas modalidades de ensino, maratona e maneabilidade. Classificado como CAI-A, o nível mais elevado de provas para quatro, três cavalos e para quatro póneis, a Taça Ibérica de Atrelagem contou com cerca de 200 cavalos e 80 participantes, provenientes de Portugal, Alemanha, Bélgica, França, Espanha, Suíça, Reino Unido e Estados Unidos da América, sendo ainda hoje considerado um dos mais marcantes e importantes concursos de atrelagem jamais realizados em Portugal.

2006 – Pedro de Mello assume a gestão do Monte da Ravasqueira, cabendo-lhe a missão de cumprir o sonho do seu pai: fazer do Monte da Ravasqueira uma referência incontornável na produção de vinhos do Alentejo. É essa a principal motivação dos 12 irmãos que optaram por dar continuidade à produção e comercialização de vinhos, homenageando o pai em cada vinho, mas especialmente em cada garrafa da gama Premium.

2012 – Pedro Pereira Gonçalves assume o desafio de repensar toda a estratégia do projeto de vinhos do Monte da Ravasqueira e o perfil dos vinhos, apostando no crescimento sustentado da marca com o objetivo de torná-la uma referência incontornável do Alentejo e Portugal.

2016 – Concretizando um dos vetores principais da estratégia da empresa, tem início um processo de criação de marcas exclusivas de vinhos de qualidade e conceitos diferenciados para a grande distribuição. É o caso das marcas como o Guarda Rios, Coutada Velha, Roda Manca e Dona Vitória, em Portugal.

2017 – O ano 2017 ficou marcado por um ajustamento na identidade da marca e por um processo de reposicionamento comercial, renovando-se o portfólio dos vinhos. Os vinhos passaram a integrar duas grandes gamas – Monte da Ravasqueira e Ravasqueira – e foram ainda lançados alguns vinhos.