Trimestre
Cave Real Reserva Alentejano
Tinto
2019
Alentejo
Preços
Sócio
8,36 Gfa
50,16 Cx
Não Sócio
8,80 Gfa
52,80 Cx
Vendido em cx de 6 gfa x (0,75l)
  • Notas de prova
Cor rubi. Aroma intenso e frutado com notas de frutos negros (ameixa madura, groselha), especiarias e baunilha. Na boca a boa acidez dá-lhe frescura, num conjunto equilibrado. Final longo.
Designação Oficial: 
Regional

Temperatura de Serviço: 

16/18º

Teor alcoólico: 

14.00%vol

Longevidade: 

6 a 7 anos

Harmonizações: 

  • Carnes vermelhas grelhadas |
  • Caça |
  • Peixe assado |
  • queijo curado.

Situações de consumo: 

Com a refeição
Vinificação: 
Vindima mecânica e manual com seleção das uvas. Vinificação separada por castas. Fermentação com controlo de temperatura e maceração prolongada. Estagio em barricas de carvalho francês durante 9 meses.
  • Castas
  • Região
  • Enólogo
  • Produtor

Cabernet Sauvignon

Syrah

Touriga Nacional

Trincadeira

Alentejo

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O plantio da vinha nesta região data do período romano, como atestam vestígios vários dessa época, nomeadamente graínhas de uva descobertas nas ruínas de São Cucufate, perto da Vidigueira, e alguns lagares romanos.Os primeiros documentos escritos sobre o plantio da vinha datam do século XII.

Na imensidão de horizontes planos, ou quase planos, o Alentejo tem como acidentes orográficos mais importantes as serras de Portel (421 m), Ossa (649 m) e S. Mamede (1025 m).

É no entanto nas elevações isoladas que se geram os microclimas propícios ao plantio da vinha e que conferem qualidade às massas vínicas.

A posição meridional e a ausência de relevos importantes são responsáveis pelas características Mediterrânica e Continental do clima. A insolação tem valores bastante elevados, o que se reflecte na maturação das uvas, principalmente nos meses que antecedem a vindima, conferindo às uvas uma desejável acumulação dos açúcares e de matérias corantes na película dos bagos.

As vinhas localizam-se na sua maioria, em substrato geológico de rochas plutónicas (granitos, tonalitos, sienitos e sienitos nefelínicos), sendo contudo de salientar a diversidade de manchas pedológicas nas quais as vinhas são instaladas (nomeadamente manchas xistosas e argilo-calcárias).

É igualmente importante referir que os melhores terrenos são eleitos para a cultura cerealífera e exploração agro-pecuária, enquanto que a vinha e a oliveira, dada a sua rusticidade, assentam nos solos com fraca capacidade de uso.

A similitude das características organolépticas dos vários VQPRD do Alentejo acrescida pelo facto de o consumidor os associar genericamente à referida menção, justificam a Denominação de Origem "Alentejo", na qual estão incluídas as seguintes 8 sub-regiões: "Portalegre", "Borba", "Redondo", "Reguengos", "Vidigueira", "Évora", "Granja-Amareleja" e "Moura".

O Vinho Regional "Alentejano" é produzido em toda a região vitivinícola Alentejo. 

 

Fonte: Instituto da Vinha e do Vinho, I.P.

Casa de Santa Vitória

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Fundada em 2002, a Casa de Santa Vitória tem como foco a produção e comercialização de vinhos e azeites alentejanos de grande qualidade. 
A herdade, que totaliza 1620h, encontra-se em Santa Vitória, concelho de Beja. Fruto de uma paixão pelo campo, este investimento no sector do vinho e noutros produtos ligados à terra , proporciona a todos os que o visitam um contacto directo com o que de melhor se produz no Alentejo, combinando, de uma forma única, grandes vinhos, uma cuidada gastronomia tradicional e inúmeras actividades lúdicas em plena planície alentejana, num ambiente marcadamente rural.
A herdade conta com cerca de 127 hectares de vinha, possuindo também uma Adega equipada com as mais modernas tecnologias que ocupa uma área de 5.000 m2 distribuídos em 3 pisos. Esta Adega foi especialmente concebida  para produzir vinhos modernos, preservando aquilo em que o tradicional acrescenta mais valias qualitativas, incluindo um lagar de pisa a pé e uma cave de estágio para as barricas.
As vinhas estão implantadas em solos xisto-argilosos pobres, o que num clima mediterrâneo potencia enormemente as características das castas. A vindima mecânica é utilizada para potenciar o período de maturação ideal das uvas, no entanto, a vindima manual ainda é utilizada para os vinhos Premium. Desta forma, obtêm-se vinhos de elevada qualidade sensorial e comercial, satisfazendo as mais elevadas expectativas dos mais exigentes enófilos.