Novidade
Assobio rosé
Rosé
2016
Douro
Preços
Sócio
6,18 Gfa
37,08 Cx
Não Sócio
6,50 Gfa
39,00 Cx
Vendido em cx de 6 gfa x (0,75l)
  • Notas de prova

Cor salmão com reflexos cereja claro. Aroma fresco com notas de frutos vermelhos. Na boca é suave, boa acidez. Final longo.

Designação Oficial: 
D.O.C.

Temperatura de Serviço: 

10/12ºC

Teor alcoólico: 

13.50%vol

Longevidade: 

3 a 4 anos

Harmonizações: 

  • peixes assados |
  • Carnes brancas |
  • Aves |
  • Massas.

Situações de consumo: 

Com a refeição
Vinificação: 
Colheita manual, mesa de seleção, prensagem pneumática, fermentação alcoólica com temperatura controlada em inox, prensagem pneumática. Estágio em inox durante cerca de 5 meses.
  • Castas
  • Região
  • Enólogo
  • Produtor

Rufete

Tinta Roriz

Tinto Cão

Touriga Nacional

Douro

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Durante a ocupação romana já se cultivava a vinha e se fazia vinho nos vales do Alto Douro. A história da região é simultaneamente fascinante e cruel, desde os tempos imemoriais em que o Douro era sobretudo esforço e violência, que foi amansando e evoluindo, permitindo-nos desfrutar de uma das mais espantosas "paisagem cultural, evolutiva e viva" do país, actualmente reconhecida como Património Mundial pela UNESCO.

De salientar também o facto de ter sido a primeira região demarcada e regulamentada do mundo, aquando da criação pelo Marquês de Pombal, da Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro, em 1756.

A região, rica em microclimas como consequência da sua acidentada orografia, divide-se em três sub-regiões - Baixo Corgo, Cima Corgo e Douro Superior, produzindo-se em cada uma delas vinhos de qualidade brancos, tintos e rosados, vinhos espumantes, licorosos e ainda aguardentes de vinho com especificidades próprias.

Da globalidade do volume de vinho produzido na Região Demarcada do Douro, cerca de 50% é destinada à produção de "Vinho do Porto", enquanto que o restante volume é destinado à produção de vinhos de grande qualidade que utilizam a denominação de origem controlada "Douro" ou "Vinho do Douro".

Merece também destaque o Vinho Regional Duriense cuja região de produção é coincidente com a Região Demarcada do Douro.

Fonte: Instituto da Vinha e do Vinho, I.P.

Observações dos produtores acerca deste vinho: 
Junto a um dos limites da Quinta dos Murças, encontramos encostas íngremes formando um vale. Neste local, de orientação maioritariamente a Norte, mais protegido do sol, quando o vento passa ouvimo-lo assobiar. É de vinhas como as que ali se encontram, de parcelas com características únicas, a cotas mais elevadas, que provém o Assobio.

Quinta dos Murças

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A primeira referência escrita à Quinta dos Murças data de 1770, embora se saiba que a quinta já existiria mas com outra designação desde 1714, à época pertença de António Cardoso de Vasconcelos. Presume-se que o nome Quinta dos Murças tenha sido atribuído em referência ao fidalgo da casa real Miguel Carlos Cardoso de Sousa de Morais Colmeeiro Teles e Távora, capitão-mor da vila de Murça e proprietário das Murças desde 1756.

Apesar das inúmeras referências à qualidade e excelência dos vinhos da Quinta dos Murças, a verdade é que as vinhas foram sendo continuamente negligenciadas e a quinta transaccionada de família em família e de sociedade em sociedade até que, em 1943, Manuel Pinto de Azevedo assumiu a administração da quinta, comprometendo-se na reabilitação do património e na replantação das vinhas.

Sob a direcção empenhada do agrónomo José de Freitas Sampaio, a Quinta dos Murças foi totalmente transfigurada, recebendo em 1955 a primeira vinha ao alto plantada no Douro, bem como o primeiro sistema de autovinificação alguma vez utilizado na região, para além de novos armazéns de estágio e de uma nova adega.

A Quinta dos Murças permaneceu na posse da família até que, em 2008, o grupo Esporão adquiriu a propriedade aos bisnetos de Manuel Pinto de Azevedo, assumindo a condução de uma das propriedades mais interessantes do Cima Corgo.

Fonte: Esporão