Tormes
Branco
2019
Vinhos Verdes
Preços
Preço
6,00 Gfa
36,00 Cx
Oportunidade
5,50 Gfa
33,00 Cx
Vendido em cx de 6 gfa x (0,75l)
  • Notas de prova
Cor amarelo citrino com reflexos palha. Aroma jovem e intenso com belas notas florais, frutos de árvore, citrinos e tropicais. Na boca é fresco e equilibrado com um final de boca frutado e vibrante.
Designação Oficial: 
D.O.C.

Temperatura de Serviço: 

8/10ºC

Teor alcoólico: 

12.00%vol

Longevidade: 

2 anos

Harmonizações: 

  • Acompanhando saladas com carnes brancas ou bacalhau e petiscos leves.

Situações de consumo: 

Aperitivo
Com a refeição
Vinificação: 
Vindima manual. Transporte de uvas em pequenas caixas de 15 kg. Desengace total seguido de suave prensagem em prensa pneumática. Fermentação em inox com controlo de temperatura.
  • Castas
  • Região
  • Enólogo
  • Produtor

Arinto

Avesso

Vinhos Verdes

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A Região Demarcada dos Vinhos Verdes estende-se por todo o noroeste de Portugal, na zona tradicionalmente conhecida como Entre-Douro-e-Minho. Tem como limites a Norte o rio Minho, que estabelece parte da fronteira com a Espanha, a Sul o rio Douro e as serras da Freita, Arada e Montemuro, a Este as serras da Peneda, Gerês, Cabreira e Marão e a Oeste o Oceano Atlântico. Em termos de área geográfica é a maior Região Demarcada Portuguesa, e uma das maiores da Europa.

Fonte: Vinho Verde

Observações dos produtores acerca deste vinho: 
Vinho com uma frescura impressionante que demonstra bem o terroir da sub-região de Baião. Os seus solos graníticos conjugados com os seus dias quentes e noites frescas, são perfeitos para a maturação das castas Avesso e Arinto.

Lima & Smith

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Proprietária da Quinta de Covela, da marca de vinhos Tecedeiras e produtor dos vinhos da Fundação Eça de Queiroz, a empresa Lima Smith tem como fundadores dois investidores estrangeiros, Marcelo Lima, brasileiro, e Tony Smith, britânico. Apaixonados pela região e confiantes no potencial dos vinhos portugueses, os dois empresários criaram uma empresa produtora de vinhos de qualidade com raízes lusas mas com forte capacidade de internacionalização.
Lima e Smith começaram por adquirir, em junho de 2011, a Quinta de Covela, uma propriedade debruçada sobre o rio Douro, nas terras graníticas que ficam na transição entre o Douro e o Minho (na sub-região de Baião no D.O.C. dos Vinhos Verdes), dando-lhe nova vida, através da readmissão da antiga equipa de enologia, da renovação da adega e de outros espaços da quinta e da recuperação de vinhas. Fruto do trabalho e do investimento efetuado, dois anos depois, em 2013, surgiram os primeiros vinhos Covela, o Escolha Branco 2012, o Edição Nacional Branco 2012 (o primeiro vinho verde desta propriedade) e o Covela Escolha Tinto 2012. Da autoria do enólogo Rui Cunha, envolvido no projeto Covela desde o princípio, os vinhos Covela têm sido objeto de boas críticas, sendo que os brancos de 2012 esgotaram poucos meses após o seu lançamento. Em 2013, a Lima Smith foi premiada como viticultor do ano pela Revista de Vinhos pelo trabalho feito na Quinta de Covela.
Visando alargar o portefólio do grupo, a Lima Smith ainda adquiriu, em agosto de 2013, a marca Tecedeiras e um contrato de aluguel de longa duração, ao grupo Global Wine/Dão Sul. Os primeiros vinhos e azeites Tecedeiras com uma nova imagem de marca saíram em 2014.
A partir de 2018, a Lima Smith começou a produzir o vinho Tormes, um vinho verde clássico, para a Fundação Eça de Queiroz, museu dedicado ao diplomata e prolífico autor português do Sec. XIX.
 

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