Premiado
Selecção Fórum
Zom Superior
Branco
2019
Douro
Preços
Sócio
6,79 Gfa
40,74 Cx
Não Sócio
7,15 Gfa
42,90 Cx
Vendido em cx de 6 gfa x (0,75l)
  • Notas de prova
  • Prémios
Cor amarelo citrino. Aroma jovem com notas frescas de citrinos e um leve toque fumado. Na boca é fresco e equilibrado, com boa estrutura e notas minerais. Final persistente.
Medalha de Ouro

Fórum de Enólogos

Designação Oficial: 
D.O.C.

Temperatura de Serviço: 

10/12ºC

Teor alcoólico: 

13.00%vol

Longevidade: 

3 a 4 anos

Harmonizações: 

  • Carnes brancas |
  • marisco e peixe.

Situações de consumo: 

Com a refeição
Vinificação: 
Vindima manual com seleção na vinha para pequenas caixas de 20 kg. Esmagamento e curta maceração pré-fermentativa. Inicio da fermentação em inox. Uma pequena parte do lote termina a fermentação em barricas de carvalho francês de 2º ano e o restante permanece em inox. Estágio de 5 meses, 4 dos quais com bâtonnage.
  • Castas
  • Região
  • Enólogo
  • Produtor

Códega do Larinho

Gouveio

Rabigato

Viosinho

Douro

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Durante a ocupação romana já se cultivava a vinha e se fazia vinho nos vales do Alto Douro. A história da região é simultaneamente fascinante e cruel, desde os tempos imemoriais em que o Douro era sobretudo esforço e violência, que foi amansando e evoluindo, permitindo-nos desfrutar de uma das mais espantosas "paisagem cultural, evolutiva e viva" do país, actualmente reconhecida como Património Mundial pela UNESCO.

De salientar também o facto de ter sido a primeira região demarcada e regulamentada do mundo, aquando da criação pelo Marquês de Pombal, da Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro, em 1756.

A região, rica em microclimas como consequência da sua acidentada orografia, divide-se em três sub-regiões - Baixo Corgo, Cima Corgo e Douro Superior, produzindo-se em cada uma delas vinhos de qualidade brancos, tintos e rosados, vinhos espumantes, licorosos e ainda aguardentes de vinho com especificidades próprias.

Da globalidade do volume de vinho produzido na Região Demarcada do Douro, cerca de 50% é destinada à produção de "Vinho do Porto", enquanto que o restante volume é destinado à produção de vinhos de grande qualidade que utilizam a denominação de origem controlada "Douro" ou "Vinho do Douro".

Merece também destaque o Vinho Regional Duriense cuja região de produção é coincidente com a Região Demarcada do Douro.

Fonte: Instituto da Vinha e do Vinho, I.P.

Barão de Vilar

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Desde sempre que os antepassados do Barão de Vilar se envolveram no sector do Vinho do Porto, embora somente em 1828 este título tenha sido concedido. As duas famílias, Kopke e Van Zeller, que deram seguimento a este título, além de estreitamente ligadas por laços familiares, desenvolveram uma actividade invulgar no comércio de Vinhos do Porto, quer fundando empresas próprias, quer participando activamente noutras, tais como a Quinta do Noval.

Em 1996, Fernando Van Zeller, Barão de Vilar, decidiu registar o título para poder utilizá-lo na comercialização de Vinhos do Porto e outros vinhos de nomeada, a fim de perpetuar as tradições vinícolas familiares. Fundou, então, a empresa Barão de Vilar - Vinhos, S.A. no entreposto de Vila Nova de Gaia que começou a produzir vinhos no Douro, em S. João da Pesqueira e em Torre de Moncorvo.

Clique aqui para visitar o site Barão de Vilar