Val Moreira branco
Branco
2019
Douro
Preços
Sócio
8,55 Gfa
51,30 Cx
Não Sócio
9,00 Gfa
54,00 Cx
Vendido em cx de 6 gfa x (0,75l)
  • Notas de prova

Cor amarelo esverdeado. Aroma fresco e austero com notas citrinas, florais e algum mineral. A boca confirma os aromas num conjunto com volume e frescura. Final persistente.

Temperatura de Serviço: 

10/12ºC

Teor alcoólico: 

13.50%vol

Harmonizações: 

  • Entradas |
  • Pratos de peixe |
  • Carnes brancas |
  • Queijos |
  • tarte de maçã

Situações de consumo: 

Com a refeição
Entradas
Vinificação: 
Vindima manual para caixas de 20kg. Prensa suave e o mosto decantado estaticamente. Fermentação em balseiro de carvalho francês (20%) e em cuba de inox (80%). Estágio sobre as borras finas durante 9 meses parte em inox e parte em balseiro de carvalho francês.
  • Castas
  • Região
  • Enólogo
  • Produtor

Alvarinho

Arinto

Rabigato

Sercial

Terrantez

Vinhas Velhas - Brancas

Viosinho

Douro

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Durante a ocupação romana já se cultivava a vinha e se fazia vinho nos vales do Alto Douro. A história da região é simultaneamente fascinante e cruel, desde os tempos imemoriais em que o Douro era sobretudo esforço e violência, que foi amansando e evoluindo, permitindo-nos desfrutar de uma das mais espantosas "paisagem cultural, evolutiva e viva" do país, actualmente reconhecida como Património Mundial pela UNESCO.

De salientar também o facto de ter sido a primeira região demarcada e regulamentada do mundo, aquando da criação pelo Marquês de Pombal, da Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro, em 1756.

A região, rica em microclimas como consequência da sua acidentada orografia, divide-se em três sub-regiões - Baixo Corgo, Cima Corgo e Douro Superior, produzindo-se em cada uma delas vinhos de qualidade brancos, tintos e rosados, vinhos espumantes, licorosos e ainda aguardentes de vinho com especificidades próprias.

Da globalidade do volume de vinho produzido na Região Demarcada do Douro, cerca de 50% é destinada à produção de "Vinho do Porto", enquanto que o restante volume é destinado à produção de vinhos de grande qualidade que utilizam a denominação de origem controlada "Douro" ou "Vinho do Douro".

Merece também destaque o Vinho Regional Duriense cuja região de produção é coincidente com a Região Demarcada do Douro.

Fonte: Instituto da Vinha e do Vinho, I.P.

Observações dos produtores acerca deste vinho: 
O ano vitícola de 2019 caracterizou-se por um Inverno seco. A Primavera teve uma pluviosidade elevada tendo sido o Verão seco e ameno originando uvas de excelente qualidade e muito sãs. Os dias amenos e as noites frescas do mês de Agosto, originaram maturações lentas e equilibradas.

Quinta do Val Moreira

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Localizada na margem sul do rio Douro, no Cima-Corgo, a Quinta do Val Moreira foi comprada pela XVINUS em 2018 e requalificada para enoturismo. Tem 23 hectares dedicados à produção de Vinhos do Porto e vinhos do Douro de grande qualidade, 2 hectares de olival e 2 hectares de amendoal. Oferece uma vista fantástica sobre o Vale, onde o rio Douro e o rio Tedo são protagonistas.
A Quinta do Val Moreira consta de um mapa antigo do século XIX, bastante conhecido na época: o mapa do Barão de Forrester. Figura incontornável do Douro Vinhateiro, tinha o sonho de tornar o rio Douro navegável e seguro até à fronteira com Espanha. Este mapa valeu-lhe a reputação de cartógrafo e o título de Barão.
Hoje, a quinta desenvolve-se desde o lado norte do Marmelal, povoação bastante antiga, cujo foral de D. Sancho I data de 1194. Este documento real incluía as nossas vinhas principais e terrenos virados para o Tedo e para as Quintas de Nápoles e do Carril. 
Parte das nossas vinhas situa-se num outro vale afluente do Douro, que possuía uma das maiores linhas de água entre o Marmelal e a Folgosa. Chamavam-lhe Valmor. Estas vinhas são contíguas às ruínas da antiga casa da “Quinta de Valmor” que terá pertencido ao Visconde de Valmor onde lhe foi atribuído o prestigiado prémio lisboeta e português na área da arquitetura.
Existem dois marcos pombalinos na zona, um deles perto da pequena povoação do Marmelal, da Quinta do Val Moreira e do ribeiro do Carril. Estes marcos graníticos estão classificados como imóveis de interesse público. Mandados construir por Marquês de Pombal, em 1757, serviam para demarcar a zona dos vinhos generosos do Douro, colocada sob a jurisdição da Companhia Geral da Agricultura das Vinhas Douro. Criava-se assim a primeira região demarcada de vinhos do mundo, facto histórico que muito orgulha os durienses.

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