Redoma branco
Branco
2019
Douro
Preços
Sócio
13,78 Gfa
82,68 Cx
Não Sócio
14,50 Gfa
87,00 Cx
Vendido em cx de 6 gfa x ()
  • Notas de prova

Cor amarelo citrino. Aroma complexo, notas tropicais com um ligeiro mineral e um toque de baunilha do estágio em madeira. Na boca mostra-se austero e fresco com boa estrutura. Final persistente.

Designação Oficial: 
D.O.C.

Temperatura de Serviço: 

10/12ºC

Teor alcoólico: 

12.00%vol

Longevidade: 

7 a 8 anos

Harmonizações: 

  • Ostras |
  • Peixe no forno |
  • Aves |
  • Carnes brancas |
  • pratos com nabo |
  • batata doce ou beterraba |
  • pratos com queijo

Situações de consumo: 

Com a refeição
Vinificação: 
Colheita manual. Seleção em mesa de escolha, seguida de prensagem delicada e decantação a frio durante 24 horas. Fermentação alcoólica em barricas de carvalho Francês de 228 e 500 litros, onde repousou durante cerca de 6 meses.
  • Castas
  • Região
  • Enólogo
  • Produtor

Códega do Larinho

Donzelinho branco

Gouveio

Rabigato

Viosinho

Douro

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Durante a ocupação romana já se cultivava a vinha e se fazia vinho nos vales do Alto Douro. A história da região é simultaneamente fascinante e cruel, desde os tempos imemoriais em que o Douro era sobretudo esforço e violência, que foi amansando e evoluindo, permitindo-nos desfrutar de uma das mais espantosas "paisagem cultural, evolutiva e viva" do país, actualmente reconhecida como Património Mundial pela UNESCO.

De salientar também o facto de ter sido a primeira região demarcada e regulamentada do mundo, aquando da criação pelo Marquês de Pombal, da Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro, em 1756.

A região, rica em microclimas como consequência da sua acidentada orografia, divide-se em três sub-regiões - Baixo Corgo, Cima Corgo e Douro Superior, produzindo-se em cada uma delas vinhos de qualidade brancos, tintos e rosados, vinhos espumantes, licorosos e ainda aguardentes de vinho com especificidades próprias.

Da globalidade do volume de vinho produzido na Região Demarcada do Douro, cerca de 50% é destinada à produção de "Vinho do Porto", enquanto que o restante volume é destinado à produção de vinhos de grande qualidade que utilizam a denominação de origem controlada "Douro" ou "Vinho do Douro".

Merece também destaque o Vinho Regional Duriense cuja região de produção é coincidente com a Região Demarcada do Douro.

Fonte: Instituto da Vinha e do Vinho, I.P.

Observações dos produtores acerca deste vinho: 
As uvas do Redoma Branco são provenientes de vinhas velhas da margem direita do rio Douro, localizadas a uma altitude que varia entre os 500 e 600 metros. Nestas vinhas predominam maioritariamente as castas Rabigato, Códega do Larinho, Viosinho, Donzelinho e Gouveio. Os seus solos de micaxisto dão origem a vinhos com muita mineralidade, delicados e com grande frescura. O ano vitícola de 2019 caracterizou-se por um clima seco. A Primavera começou com temperaturas elevadas, que foram diminuindo e se mantiveram baixas durante todo o Verão. Houve alguma precipitação, que ocorreu na altura certa do desenvolvimento da planta e a floração decorreu em excelentes condições climatéricas, originado uma produção média a alta, com uvas bastante sãs. Os dias amenos e as noites frescas do mês de Agosto, originaram maturações lentas e equilibradas.

Niepoort Vinhos

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A missão da Niepoort é manter o seu posicionamento de “niche player”, dando continuidade à produção de distintos Vinhos do Porto e Vinhos do Douro, conjugando a tradição secular com a inovação.

Observações:
O Porto Vintage mantém a tradição da Niepoort de criar Portos equilibrados, com grande concentração sendo simultaneamente finos e delicados. Na Niepoort acreditamos que conseguimos produzir um Porto Vintage com capacidade para durar décadas.