Novidade
Mamoré de Borba Vinho de Talha br
Branco
2018
Alentejo
Preços
Sócio
22,33 Gfa
66,99 Cx
Não Sócio
23,50 Gfa
70,50 Cx
Vendido em cx de 3 gfa x (0,75l)
  • Notas de prova
Cor dourada-âmbar. Aroma complexo a mostrar evolução, com um perfil oxidativo equilibrado por notas de acidez, salino tipo jerez, noz. Boca muito complexa e estruturada, notas salinas, intenso. Vinho para apreciadores de brancos com boa evolução.
Designação Oficial: 
D.O.C.

Temperatura de Serviço: 

8/10ºC

Teor alcoólico: 

14.00%vol

Longevidade: 

5 a 6 anos

Harmonizações: 

  • Pratos de peixe de forno e queijos de pasta mole ou de cura mais prolongada.

Situações de consumo: 

Com a refeição
Vinificação: 
Vindima manual, arrefecimento em câmara frigorífica a 10ºC. Seleção dos melhores cachos em tapete de escolha. Desengace parcial (60% a 40%). Pisa a pé em inox e baldeadas manualmente para as talhas. Duas vezes ao dia, a manta é mergulhada com um rodo de madeira. No final da fermentação as massas assentam no fundo da talha e vão funcionar com um filtro. O vinho é retirado e recolocado na talha, até que esteja completamente limpo.
  • Castas
  • Região
  • Produtor

Antão Vaz

Alentejo

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O plantio da vinha nesta região data do período romano, como atestam vestígios vários dessa época, nomeadamente graínhas de uva descobertas nas ruínas de São Cucufate, perto da Vidigueira, e alguns lagares romanos.Os primeiros documentos escritos sobre o plantio da vinha datam do século XII.

Na imensidão de horizontes planos, ou quase planos, o Alentejo tem como acidentes orográficos mais importantes as serras de Portel (421 m), Ossa (649 m) e S. Mamede (1025 m).

É no entanto nas elevações isoladas que se geram os microclimas propícios ao plantio da vinha e que conferem qualidade às massas vínicas.

A posição meridional e a ausência de relevos importantes são responsáveis pelas características Mediterrânica e Continental do clima. A insolação tem valores bastante elevados, o que se reflecte na maturação das uvas, principalmente nos meses que antecedem a vindima, conferindo às uvas uma desejável acumulação dos açúcares e de matérias corantes na película dos bagos.

As vinhas localizam-se na sua maioria, em substrato geológico de rochas plutónicas (granitos, tonalitos, sienitos e sienitos nefelínicos), sendo contudo de salientar a diversidade de manchas pedológicas nas quais as vinhas são instaladas (nomeadamente manchas xistosas e argilo-calcárias).

É igualmente importante referir que os melhores terrenos são eleitos para a cultura cerealífera e exploração agro-pecuária, enquanto que a vinha e a oliveira, dada a sua rusticidade, assentam nos solos com fraca capacidade de uso.

A similitude das características organolépticas dos vários VQPRD do Alentejo acrescida pelo facto de o consumidor os associar genericamente à referida menção, justificam a Denominação de Origem "Alentejo", na qual estão incluídas as seguintes 8 sub-regiões: "Portalegre", "Borba", "Redondo", "Reguengos", "Vidigueira", "Évora", "Granja-Amareleja" e "Moura".

O Vinho Regional "Alentejano" é produzido em toda a região vitivinícola Alentejo. 

 

Fonte: Instituto da Vinha e do Vinho, I.P.

Observações dos produtores acerca deste vinho: 
A marca MAMORÉ surgiu da necessidade que a equipa de enologia sentiu de poder criar vinhos com um estilo diferenciado sem esquecer nunca a identidade da região. O conhecimento que hoje temos de cada parcela permite-nos escolher nas vinhas velhas de sequeiro implantadas a mais de 350m de altitude em solos muito pobres onde predomina o xisto, as melhores uvas para cada um dos nossos MAMORÉ.