Premiado
Quinta da Barreira Reserva
Tinto
2015
Lisboa
Preços
Sócio
5,61 Gfa
33,66 Cx
Não Sócio
5,90 Gfa
35,40 Cx
Vendido em cx de 6 gfa x (0,75l)
  • Notas de prova
  • Prémios

Cor rubi fechado. Aroma com boa intensidade, complexo. Notas de frutos vermelhos, pretos e pimento verde. Na boca apresenta-se jovem, com taninos firmes mas com bom corpo e estrutura. Equilibrado. Final longo.

Medalha de Ouro

Fórum de Enólogos

Designação Oficial: 
Regional

Temperatura de Serviço: 

18ºC

Teor alcoólico: 

14.00%vol

Longevidade: 

8 a 10 anos

Harmonizações: 

  • Assados |
  • Carnes vermelhas |
  • Queijos fortes.

Situações de consumo: 

Com a refeição
Observações de consumo: 
Agradece decantação.
Vinificação: 
Vinificação cuidada em curtimenta total com maceração prolongada, em cubas inox com controlo de temperatura. Estagio em barricas de carvalho americano.
  • Castas
  • Região
  • Enólogo
  • Produtor

Cabernet Sauvignon

Touriga Nacional

Lisboa

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A cultura da vinha na Idade Média, a partir do Sé. XII, desenvolveu-se consideravelmente, principalmente devido à acção de diversas Ordens Religiosas, com particular destaque para Alcobaça, onde os seguidores de S. Bernardo se instalaram no mosteiro mandado erigir pela Ordem de Cister.

O principal objectivo na altura era a elaboração de vinho para celebração das missas, tendo os vinhos da então chamada Estremadura alcançado grande consumo e prestígio, tornando-se num dos produtos de maior peso na actividade económica da região.

Identificada como uma das maiores regiões vitivinícolas do país em termos de área de vinha e de produção de vinho, a área da região de produção da Indicação Geográfica Lisboa abrange todos os concelhos da faixa atlântica a Norte do estuário do Tejo, confinando a Norte com a Beira e a Leste com o Ribatejo.

O relevo não é muito elevado, excepto a Sul, onde aparecem alguns estratos de basalto e de granito e a região assenta, na sua quase totalidade, em formações secundárias de argilo-calcários e argilo-arenosos; por sua vez, o clima é temperado, sem grandes amplitudes térmicas, com uma queda pluviométrica anual que se situa entre os 600--700 mm.

Na zona Sul da região encontram-se as zonas vitícolas de três Denominações de Origem conhecidas pela sua tradição e prestígio: são elas, caminhando de Leste para Oeste, Bucelas, Carcavelos e Colares.

Na parte central da região, encontramos as mais vastas manchas de vinha desta região, instaladas nas encostas suaves das colinas, onde para além do Vinho com Indicação Geográfica Lisboa foram reconhecidas pelas suas características de elevada qualidade as Denominações de Origem "Alenquer", "Arruda", "Torres Vedras" e "Óbidos".

Junto ao mar é de referir uma zona produtora de vinhos particularmente vocacionados para a produção de aguardentes de qualidade e que mereceram o reconhecimento da Denominação de Origem "Lourinhã".

Na zona mais a Norte, distingue-se uma vasta região de vinha que se estende desde as encostas das serras dos Candeeiros e de Aires até ao mar. Ali, produzem-se os vinhos com direito à Denominação de Origem "Encostas d'Aire" as sub-regiões desta DO, "Alcobaça" e "Ourém".

De assinalar ainda a Indicação Geográfica Lisboa para os vinhos tintos, brancos e rosados produzidos em toda a região; para além do "Vinho Leve" com características muito próprias que o tornam bastante apreciado, em especial no tempo quente, importa também referir os espumantes com IG Lisboa.

Quinta da Barreira

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A Quinta da Barreira possui uma adega edificada no final do século XIX, altura em que se encontrava repleta de toneis de madeira onde eram estagiados os vinhos. Nos  anos 50 os toneis de madeira deram lugar aos depósitos de cimento que ainda hoje são utilizados.
Em 1954 que a Quinta passa a pertencer à família dos actuais proprietários, data a partir da qual se começaram a engarrafar alguns dos vinhos que ainda hoje fazem parte do património da Quinta.

Na adega a tradição é um elemento determinante, sendo por isso ainda hoje utilizados os depósitos de cimento, e lagares para a pisa-a-pé. Lado a lado com estes elementos tradicionais, surgem as modernas tecnologias. Os depósitos de cimento e os lagares, estão revestidos com resinas epoxi. Depósitos em inox possibilitam um maior controlo de temperatura de fermentação, tubagens e outros equipamentos em inox garantem que a higienização fosse efectiva, e os permutadores exógenos vieram dar aos depósitos de cimento a possibilidade de fermentar a temperatura controlada.