Destaque
Quinta Nova Referência Grande Reserva
Tinto
2016
Douro
Preços
Sócio
52,25 Gfa
52,25 Cx
Não Sócio
55,00 Gfa
55,00 Cx
Vendido em cx de 1 gfa x (0,75l)
  • Notas de prova
  • Prémios

Cor vermelha-violeta profunda. Complexo aroma de nariz, com notas de frutos azuis e especiarias – pimenta preta e cravinho, grafite.
Na boca mostra-se grande, intenso, musculado, revela uma densidade impressionante, concentrado, com meio de boca profundo, magnifico
equilíbrio entre o álcool a estrutura e a acidez. Seivoso, textura firme, estrutura de boca estreita, que lhe confere robustez e lhe proporciona um
longo potencial de maturação em garrafa. Um final de prova muito longo, preciso e de grande persistência aromática e física.

(2015) - 94-96/100 pts - Robert Parker, USA

(2013) - 94/100 pts - Wine Enthusiast, USA

(2013) - 95/100 pts - Robert Parker, USA

(2012) - 94/100 pts Cellar Selection - Wine Enthusiast, USA

(2011) - 95/100 pts - Robert Parker, USA

(2009) - 94/100 pts - Robert Parker, USA

Designação Oficial: 
D.O.C.

Temperatura de Serviço: 

16ºC

Teor alcoólico: 

14.00%vol

Longevidade: 

20 a 23 anos

Situações de consumo: 

Com a refeição
Observações de consumo: 
Podendo apresentar depósito no fundo da garrafa aconselha-se a sua passagem para um decantador.
Vinificação: 
Selecção manual das uvas em tapete de escolha, à entrada da adega. Desengace total, maceração pré-fermentativa a frio (2 dias), fermentação em cubas de madeira durante 5-6 dias com controlo de temperatura (24-26ºC), acrescentando 4 dias de maceração prolongada (pós fermentativa). Estagiou 16 meses em barricas de carvalho francês das florestas de Centre, Nevers e Jura, de 300L de capacidade; 6 meses engarrafado em cave.
  • Castas
  • Região
  • Enólogo
  • Produtor

Tinta Roriz

Vinhas Velhas - Tintas

Douro

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Durante a ocupação romana já se cultivava a vinha e se fazia vinho nos vales do Alto Douro. A história da região é simultaneamente fascinante e cruel, desde os tempos imemoriais em que o Douro era sobretudo esforço e violência, que foi amansando e evoluindo, permitindo-nos desfrutar de uma das mais espantosas "paisagem cultural, evolutiva e viva" do país, actualmente reconhecida como Património Mundial pela UNESCO.

De salientar também o facto de ter sido a primeira região demarcada e regulamentada do mundo, aquando da criação pelo Marquês de Pombal, da Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro, em 1756.

A região, rica em microclimas como consequência da sua acidentada orografia, divide-se em três sub-regiões - Baixo Corgo, Cima Corgo e Douro Superior, produzindo-se em cada uma delas vinhos de qualidade brancos, tintos e rosados, vinhos espumantes, licorosos e ainda aguardentes de vinho com especificidades próprias.

Da globalidade do volume de vinho produzido na Região Demarcada do Douro, cerca de 50% é destinada à produção de "Vinho do Porto", enquanto que o restante volume é destinado à produção de vinhos de grande qualidade que utilizam a denominação de origem controlada "Douro" ou "Vinho do Douro".

Merece também destaque o Vinho Regional Duriense cuja região de produção é coincidente com a Região Demarcada do Douro.

Fonte: Instituto da Vinha e do Vinho, I.P.

Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo

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A Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo, com 120 hectares, 85 dos quais plantados com vinha classificada com a Letra A, situa-se junto do Pinhão e está integrada na Região Demarcada do Douro desde a sua instituição, em 1756.

Ao longo dos tempos, todo o património histórico da quinta tem sido cuidadosamente preservado - a casa senhorial oitocentista, hoje hotel do vinho, a capela de estilo barroco datada de 1795, a capela do século XVII que se situa junto ao rio, os pomares, a azenha e a adega de 1764. Renovamos as tradições, mas respeitamos a autenticidade da paisagem.

O nome "Quinta Nova" tem origem na nova quinta que foi criada após a junção de duas quintas. Nossa Senhora do Carmo relaciona-se com a santa padroeira da capela que foi construída no século XVII, junto à margem do rio Douro. Naquela perigosa zona do rio, os tripulantes dos barcos rabelos eram vítimas de frequentes naufrágios, suplicando pela protecção daquela santa. Assim, durante o séc XVII, na sequência de uma promessa dos mareantes, foi construída a pequena capela, albergando uma imagem em pedra desta padroeira e renomeando a propriedade para Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo.