Novidade
Premiado
Boa-Vista Reserva
Tinto
2014
Douro
Preços
Sócio
46,55 Gfa
46,55 Cx
Não Sócio
49,00 Gfa
49,00 Cx
Vendido em cx de 1 gfa x (0,75l)
  • Notas de prova
  • Prémios
Cor vermelho rubi profundo. Aroma complexo, profundo, intenso e sedutor, tabaco, especiarias, chocolate preto. Na boca é frutado (frutos vermelhos / pretos). Elegante, fresco e com os taninos polidos, finos, que conferem longevidade de prova.

93 Pontos - Robert Parker
92 Pontos - Wine Spectator
17,5 - Revista de Vinhos

 

Designação Oficial: 
D.O.C.

Temperatura de Serviço: 

16 a 18ºC

Teor alcoólico: 

14.00%vol

Harmonizações: 

  • Carnes vermelhas |
  • Assado |
  • Queijos.

Situações de consumo: 

Com a refeição
Vinificação: 
Vindima manual. Escolha manual de cachos. Desengace e suave esmagamento dos bagos. Como reservatórios de fermentação os tradicionais lagares de granito com pisa a pé, cubas de fermentação em inox e para os pequenos lotes, contentores em pvc alimentar ou fermentação em barricas novas de madeira francesa de 500 litros. Cada um destes tipos de fermentação conferem ao vinho um estilo particular. Estágio em barricas de carvalho francês de diferentes tanoarias e com diferentes tipos de tostas. Após um estágio que varia entre os 15 aos 20 meses, procedemos à formação dos diferentes lotes, efectuamos uma colagem ligeira e posterior engarrafamento, seguido de pelo menos um ano em garrafa. Todos os nossos vinhos são vedados com cortiça natural. Os vinhos não são filtrados nem estabilizados pelo frio pelo que podem dar origem a um precipitado com a idade.
  • Castas
  • Região
  • Produtor

Vinhas Velhas - Tintas

Douro

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Durante a ocupação romana já se cultivava a vinha e se fazia vinho nos vales do Alto Douro. A história da região é simultaneamente fascinante e cruel, desde os tempos imemoriais em que o Douro era sobretudo esforço e violência, que foi amansando e evoluindo, permitindo-nos desfrutar de uma das mais espantosas "paisagem cultural, evolutiva e viva" do país, actualmente reconhecida como Património Mundial pela UNESCO.

De salientar também o facto de ter sido a primeira região demarcada e regulamentada do mundo, aquando da criação pelo Marquês de Pombal, da Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro, em 1756.

A região, rica em microclimas como consequência da sua acidentada orografia, divide-se em três sub-regiões - Baixo Corgo, Cima Corgo e Douro Superior, produzindo-se em cada uma delas vinhos de qualidade brancos, tintos e rosados, vinhos espumantes, licorosos e ainda aguardentes de vinho com especificidades próprias.

Da globalidade do volume de vinho produzido na Região Demarcada do Douro, cerca de 50% é destinada à produção de "Vinho do Porto", enquanto que o restante volume é destinado à produção de vinhos de grande qualidade que utilizam a denominação de origem controlada "Douro" ou "Vinho do Douro".

Merece também destaque o Vinho Regional Duriense cuja região de produção é coincidente com a Região Demarcada do Douro.

Fonte: Instituto da Vinha e do Vinho, I.P.

Observações dos produtores acerca deste vinho: 
Este vinho constitui a ‘espinha dorsal’ do portfolio da Quinta da Boavista e resulta de um lote feito com uvas de vinhas novas e velhas. Como acontece com os demais vinhos da Quinta da Boavista, o Reserva estagiou em barricas de carvalho Francês de diferentes tostas e tanoarias, seguido de pelo menos um ano em garrafa.

Quinta da Boavista

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Localizada perto do Pinhão na margem direita do Douro e dona de uma vista espetacular sobre o rio, a Quinta da Boavista é uma das propriedades mais icónicas da região demarcada, conhecida não só pela sua ligação histórica ao Barão de Forrester, mas também pelos seus 40 hectares de vinhas de alta qualidade. As vinhas espalham-se por um deslumbrante cenário geométrico de socalcos construídos à mão no xisto típico da região. Alguns terraços chegam a atingir oito metros de altura e este facto, aliado às condições extremas e à inclinação dramática unem-se para proporcionar um terroir único. Toda a quinta foi muito bem preservada, mantida com rigor e um ex-libris da beleza natural típica do Douro.

Considerada uma das propriedades mais emblemáticas do Douro, a Quinta da Boavista fez parte da primeira delimitação da região do Douro levada a cabo pelo Marquês de Pombal em 1756 que criou a primeira região demarcada e regulamentada do mundo. Na sua casa viveu o Barão de Forrester, uma das personagens mais importantes da história do Douro e do Vinho do Porto. É uma propriedade de excelência, um tesouro entre o universo vitivinícola duriense.

Toda a vinha reservada ao vinho do Porto tem benefício com letra A (a melhor classificação) e foi plantada com as tradicionais castas do Douro: Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinta Barroca, Tinta Roriz, Tinto Cão, Sousão e Alicante Bouschet. Ao longo do terreno, pode ainda encontrar-se: Códega de Larinho, Donzelinho Tinto, Arinto, Viosinho e Tinta Barroca.