Bacelo Novo Douro
Tinto
2015
Douro
Preços
Sócio EnoClube
3,60 Gfa
43,20 Cx
Sócio EGC
3,80 Gfa
45,60 CX
Não Sócio
4,00 Gfa
48,00 Cx
Vendido em cx de 12 gfa x (0,75l)
  • Notas de prova

Vinho de cor rubi. Aroma de frutos vermelhos maduros. Na boca sente-se a fruta fresca. Boa acidez e equilíbrio. Bom final.

Designação Oficial: 
D.O.C.

Temperatura de Serviço: 

14 a 16ºC

Teor alcoólico: 

13.00%vol

Longevidade: 

3 a 4 anos

Harmonizações: 

  • Pratos de carnes brancas |
  • vermelhas |
  • cozinha tradicional portuguesa.

Situações de consumo: 

Com a refeição
Vinificação: 
Vindima manual, fermentação em cubas de inox com controlo de temperatura.
  • Castas
  • Região
  • Enólogo
  • Produtor

Tinta Barroca

Tinta Roriz

Tinto Cão

Touriga Nacional

Douro

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Durante a ocupação romana já se cultivava a vinha e se fazia vinho nos vales do Alto Douro. A história da região é simultaneamente fascinante e cruel, desde os tempos imemoriais em que o Douro era sobretudo esforço e violência, que foi amansando e evoluindo, permitindo-nos desfrutar de uma das mais espantosas "paisagem cultural, evolutiva e viva" do país, actualmente reconhecida como Património Mundial pela UNESCO.

De salientar também o facto de ter sido a primeira região demarcada e regulamentada do mundo, aquando da criação pelo Marquês de Pombal, da Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro, em 1756.

A região, rica em microclimas como consequência da sua acidentada orografia, divide-se em três sub-regiões - Baixo Corgo, Cima Corgo e Douro Superior, produzindo-se em cada uma delas vinhos de qualidade brancos, tintos e rosados, vinhos espumantes, licorosos e ainda aguardentes de vinho com especificidades próprias.

Da globalidade do volume de vinho produzido na Região Demarcada do Douro, cerca de 50% é destinada à produção de "Vinho do Porto", enquanto que o restante volume é destinado à produção de vinhos de grande qualidade que utilizam a denominação de origem controlada "Douro" ou "Vinho do Douro".

Merece também destaque o Vinho Regional Duriense cuja região de produção é coincidente com a Região Demarcada do Douro.

Fonte: Instituto da Vinha e do Vinho, I.P.

Barão de Vilar

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Desde sempre que os antepassados do Barão de Vilar se envolveram no sector do Vinho do Porto, embora somente em 1828 este título tenha sido concedido. As duas famílias, Kopke e Van Zeller, que deram seguimento a este título, além de estreitamente ligadas por laços familiares, desenvolveram uma actividade invulgar no comércio de Vinhos do Porto, quer fundando empresas próprias, quer participando activamente noutras, tais como a Quinta do Noval.

Em 1996, Fernando Van Zeller, Barão de Vilar, decidiu registar o título para poder utilizá-lo na comercialização de Vinhos do Porto e outros vinhos de nomeada, a fim de perpetuar as tradições vinícolas familiares. Fundou, então, a empresa Barão de Vilar - Vinhos, S.A. no entreposto de Vila Nova de Gaia que começou a produzir vinhos no Douro, em S. João da Pesqueira e em Torre de Moncorvo.

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