Premiado
Porto Ferreira 10 Anos - Quinta do Porto
Generoso
Porto
Preços
Sócio
14,54 Gfa
29,08 Cx
Não Sócio
15,30 Gfa
30,60 Cx
Vendido em cx de 2 gfa x (0,75l)
  • Notas de prova
  • Prémios

Intensa cor atijolada com nuances avermelhadas. Aromas florais, de fruta madura, especiarias e frutos secos. Na boca é fresco e equilibrado. Frutos maduros e secos a confirmar os aromas. Bom corpo. Final longo e persistente.

90 pontos

Tasted Journal 2014

Medalha de Ouro

Challenge International du Vin 2014

Medalha de Ouro

Concours Mondial de Bruxelles 2003

Medalha de Ouro

Concurso Internacional de Vinos Bacchus 2004

Medalha de Prata

Concours Mondial Bruxelles 2014

Medalha de Prata

Prémios Zarcillo 2005

Medalha de Prata

Vinalies Internatonales 2005

Medalha de Prata

Wine Masters Challenge 2005

Medalha de Prata

International Wine Challenge 2014

Temperatura de Serviço: 

12/16ºC

Teor alcoólico: 

20.00%vol

Longevidade: 

Indeterminável. Está pronto a ser consumido, não evolui em garrafa (mantém boas notas de prova durante 2-3 meses após abertura da garrafa).

Harmonizações: 

  • Doces |
  • Entradas |
  • Frutos secos |
  • Queijos |
  • Sobremesas |
  • Tartes de fruta

Situações de consumo: 

Entradas
Sobremesas
Sozinho
Observações de consumo: 
Depois de aberto, a longevidade prevista é 3 meses.
Vinificação: 
Método tradicional de Vinho do Porto. Fermentação controlada dos mostos em cubas inox, parada pela adição de aguardente vínica. Envelhecimento em cascos de carvalho. Lote final com vinhos entre os 8 e 15 anos de modo a obter uma idade média de 10 anos.
  • Castas
  • Região
  • Enólogo
  • Produtor

Tinta Barroca

Tinto Cão

Touriga Franca

Touriga Nacional

Trincadeira

Porto

collapse

O "Vinho do Porto" distingue-se dos vinhos comuns pelas suas características particulares: uma enorme diversidade de tipos em que surpreende uma riqueza e intensidade de aromas incomparáveis e uma persistência muito elevada, quer de aromas, quer de sabor, para além de um teor alcoólico elevado (geralmente entre os 19 e os 22% vol.), numa vasta gama de "doçuras" e grande diversidade de cores.

Observações dos produtores acerca deste vinho: 
Porto Ferreira Quinta do Porto 10 Anos é um vinho especial, um Porto Tawny com indicação de idade símbolo da perfeita aliança entre a natureza única do Douro e a perícia do Homem, numa harmonia de saber estabelecida na Ferreira há mais de 250 anos.

Sogrape Vinhos

collapse

Conta-se que a ideia nasceu num jantar de amigos, no Verão de 1942, altura em que Fernando van Zeller Guedes decidiu aceitar o desafio arriscado de lançar e dirigir uma nova empresa de vinhos. Nascida com uma visão marcada pela sua forte personalidade, a Sogrape é hoje liderada pela terceira geração da família fundadora e detém mais de 1200 hectares de área de vinha nas principais regiões vitivinícolas portuguesas, na Argentina, na Nova Zelândia e no Chile. Contar a história da Sogrape é, acima de tudo, recordar as realizações dos homens que a criaram e fizeram crescer, que idealizaram, produziram e divulgaram os bens que a tornaram conhecida e que, com coesão, asseguram a sua continuidade.

Com a ambição de dar a conhecer ao mundo os vinhos portugueses, a Sogrape nasceu com um posicionamento singular para o mercado vitivinícola da época: uma visão de longo prazo, assente na qualidade dos vinhos a comercializar, na importância da novidade das marcas e na apresentação dos seus vinhos. A garrafa bojuda e diferente que Fernando van Zeller Guedes idealizou para o Mateus, inspirada no cantil dos soldados da I Guerra Mundial, é, aliás, um dos exemplos claros dessa determinação.

Em 1944, no Brasil, foi encontrado o primeiro agente distribuidor de vinhos Sogrape no estrangeiro, contudo, no final da década de 40, o sucesso da Sogrape no mercado brasileiro esbarrava com a situação de profunda crise comercial.
Para compensar as quebras, a Sogrape passou a apostar na venda de vinhos para as colónias portuguesas de África, especialmente Angola e Moçambique.
Até ao triunfo do Mateus Rosé em Inglaterra, na segunda metade da década de 50, o mercado africano revelou-se providencial. Fernando van Zeller Guedes sabia que, no sector dos vinhos, Inglaterra era, como ele próprio gostava de dizer, a “Montra do Mundo”: quem “conquistasse” o gosto inglês, conquistava o mercado internacional.
Entretanto, a popularidade alcançada no Reino Unido só encontraria paralelo nos Estados Unidos da América, através do negociante de bebidas Richard Dreyfus, da Dreyfus, Ashby & Co.
A Sogrape viu a oportunidade de diversificar o seu portfólio, assim, durante no final da década de 50, a empresa fazia os primeiros investimentos na futura Região Demarcada do Dão.

Em 1960, a Sogrape comprava a Quinta de Cavernelho, na freguesia de Mateus, em Vila Real, onde dois anos depois começava a laborar o seu primeiro centro de vinificação.
Sob a direcção de Fernando Guedes foram construidas as modernas instalações de Avintes em 1967.
Nos anos 70 a Sogrape dispunha já de instalações próprias no Douro, em Avintes, no Dão e na Bairrada.

Na história da Sogrape, a década de 80 constituiu o período de maior transformação desde a sua fundação. Dir-se-ia que renasceu nesses anos, numa adaptação rápida às mudanças que se sucediam, quer ao nível interno quer ao nível externo. Convergiam, então, a um ritmo vertiginoso, factores decisivos de transição no tempo familiar, no tempo histórico e no tempo da empresa.
Presidente natural e incontestável da empresa, Fernando van Zeller Guedes sabia que a Sogrape só poderia sobreviver se mudasse. Para isso, confiava inteiramente nas decisões de seu filho Fernando, o melhor defensor da continuidade da Sogrape, que a partir de 1980 passou também a contar com o seu filho mais velho, neto do fundador, Salvador Cunha Guedes, nos quadros da empresa.

Em 1981 a nova Administração da Sogrape, composta por Fernando van Zeller Guedes, Bernardino Joaquim do Carmo, Fernando Guedes, José Augusto Malheiro Barbosa da Silva Domingues e Gastão Lopes Correia da Silva, encetava um processo de transformação da empresa.
O mercado mundial de vinhos sofria mas a Sogrape encontrava no Extremo Oriente um período de expansão para Mateus, e em 1983 iniciava-se a sua comercialização na República Popular da China.
Em 1982, a Sogrape adquiria o Solar e Quinta de Azevedo, na Região dos Vinhos Verdes, criando marcas de sucesso como é o caso de Gazela (1984) e Quinta de Azevedo (1990).
Em 1987, adquiriu a A.A. Ferreira SA (Douro) e tomava posse de diversas propriedades emblemáticas, entre as quais a Quinta do Porto, Quinta do Seixo e Quinta da Leda.
Mas mais do que o Douro, este alargamento significava também a entrada da Sogrape no mercado dos brandies, com a marca Constantino (firma pertencente à Ferreira).
Na Região da Bairrada se realizavam importantes investimentos que permitiram o lançamento de novos vinhos de mesa com a marca Terra Franca em 1989.
Também em 1989, a aquisição da Quinta dos Carvalhais, quer pelo moderno centro de vinificação quer pelo plantio de novas vinhas com castas nobres regionais, revolucionou a história da vitivinicultura do Dão.

Em 1990, com um expressivo portfolio de vinhos, bem representativos da qualidade e diversidade da vitivinicultura portuguesa, a Sogrape exportava para cerca de 125 países, rondando um volume de vendas na ordem dos 30 milhões de litros (cerca de 40 milhões de garrafas).
Em 1991 dá-se a compra da Herdade do Peso no Alentejo e lançamento do Vinha do Monte. Mais tarde, após plantações de novas vinhas, serão lançados os vinhos Herdade do Peso.
Em finais de 1995 a Sogrape aumentava a sua liderança no mercado interno de Vinho do Porto, com a aquisição da Forrester & Cª, SA, detentora da marca Offley, e celebrava um acordo de distribuição com o grupo internacional Bacardi/Martini.
Em 1997 a Sogrape entrava no Novo Mundo através da aquisição da Finca Flichman, em Mendoza, na Argentina.

Em 2000, através da aquisição do agente distribuidor Evaton, Inc., a Sogrape assegurava, de novo, a presença directa no mercado americano.
Também em 2000, Fernando Guedes reformava-se e entregava a liderança da empresa ao seu filho mais velho, Salvador da Cunha Guedes que com os seus irmãos Manuel Pedro e Fernando articulam com êxito e à semelhança das gerações anteriores, a tradição e a identidade da empresa com os novos desafios da modernidade e da globalização.
Em 2002, a Sogrape reforçava a sua posição de grande operador internacional ao adquirir a totalidade dos activos da Sandeman e ao firmar uma parceira com a Pernod Ricard para a distribuição mundial dos vinhos da marca.
Em 2008 concretizaram-se duas importantes aquisições a compra da Framingham na Nova Zelândia e a compra da empresa Chateau los Boldos no Chile.