Premiado
Selecção Fórum
Destaque
Moscatel Roxo Superior
Generoso
2002
Península de Setúbal
Preços
Sócio
19,00 Gfa
57,00 Cx
Não Sócio
20,00 Gfa
60,00 Cx
Vendido em cx de 3 gfa x (0,75l)
  • Notas de prova
  • Prémios

Cor topázio escura. Aroma intenso, rico e complexo, com notas florais de flor de laranjeira e rosas, passas, amêndoas e mel. A boca confirma os aromas, a excelente acidez equilibra a doçura natural. Suave, estruturado e volumoso com um belo e longo fim de boca.

94 pontos

Revista O Escanção 2014

Grande Medalha de Ouro

La Selezione del Sindaco 2015

Medalha de Ouro

Citadelles du Vin 2015

Medalha de Ouro

Concurso de Vinhos da Península de Setúbal 2014

Medalha de Ouro

Concurso de Vinhos da Península de Setúbal 2015

Medalha de Ouro

Decanter World Wine Awards 2014

Medalha de Ouro

Decanter World Wine Awards 2015

Medalha de Ouro

International Wine & Spirits Competition 2015

Medalha de Ouro

Muscats du Monde 2014

Medalha de Ouro

Seléctions Mondiales des Vins 2015

Medalha de Ouro

Fórum de Enólogos

Medalha de Prata

International Wine Challenge 2014

Melhor Vinho Fortificado

Concurso Vinhos de Portugal 2015

Prémio Escolha da Imprensa

Revista de Vinhos 2014

Troféu Regional

Decanter World Wine Awards 2014

Troféu Regional

Decanter World Wine Awards 2015

Temperatura de Serviço: 

12/14ºC

Teor alcoólico: 

19.00%vol

Longevidade: 

Mais de 15 anos

Harmonizações: 

  • Sobremesas

Situações de consumo: 

Aperitivo
Digestivo
Sobremesas
Observações de consumo: 
Se bebido como aperitivo, servir ligeiramente fresco.
Vinificação: 
Curta fermentação em contacto pelicular parada por adição de aguardente. O vinho permanece em contacto pelicular sendo seguidamente, sangrado e as massas prensadas. Estágio de 10 anos em barricas de carvalho utilizadas previamente para envelhecer whisky escocês de malte.
  • Castas
  • Região
  • Enólogo
  • Produtor

Moscatel Galego Roxo

Península de Setúbal

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Terão sido os Fenícios e os Gregos que trouxeram do Próximo Oriente bastantes castas para esta região e que, achando o clima ameno, as encostas da Arrábida e a zona ribeirinha do Tejo propícias ao cultivo da vinha, se lançaram no seu plantio. Mais tarde, os romanos e os Árabes deram grande incremento à cultura da vinha nesta península.

Com a fundação do reino de Portugal, vieram outros povos, nomeadamente os Francos, povo de antiquíssimas tradições vitícolas, que incrementaram a produção de vinho nesta região, tradição que ainda hoje prevalece.

Situada no litoral Oeste a Sul de Lisboa, é nesta região vitivinícola que se produz o famoso e tão apreciado Moscatel de Setúbal.

 

Esta região pode dividir-se em duas zonas orográficas completamente distintas: uma a Sul e Sudoeste, montanhosa, formada pelas serras da Arrábida, Rosca e S. Luís, e pelos montes de Palmela, S. Francisco e Azeitão, estes recortados por vales e colinas, com altitudes entre os 100 e os 500 m. A outra, pelo contrário, é plana, prolongando-se em extensa planície junto ao rio Sado.

O clima é misto, subtropical e mediterrânico. Influenciado pela proximidade do mar, pelas bacias hidrográficas do Tejo e do Sado, e pelas serras e montes que se situam na região, tem fracas amplitudes térmicas e um índice pluviométrico que se situa entre os 400 a 500 mm.

Os solos são argilo-arenosos ou franco-argilo-arenosos, calcários com ligeira alcalinidade, alguns deles compactos e férteis.

A qualidade dos vinhos desta região justificou o reconhecimento das Denominações de Origem Controladas "Setúbal" para a produção do vinho generoso, e "Palmela", na qual, para além dos vinhos branco e tinto, se inclui também a produção de vinho frisante, espumante, rosado e licoroso.

O Vinho Regional "Terras do Sado" produz-se em todo o distrito de Setúbal.

 

Fonte: Instituto da Vinha e do Vinho, I.P.

Observações dos produtores acerca deste vinho: 
Este excelente vinho foi produzido com 100% Moscatel Roxo com envelhecimento durante 10 anos num armazém onde se verificam amplitudes térmicas naturais elevadas, em pequenos barris de carvalho americano de 180 litros, vindos da Escócia e previamente usados na maturação de Malt Whisky. Este tipo de envelhecimento provoca uma concentração, intensidade e complexidade de aromas e sabores, que o torna único entre os vinhos generosos de Setúbal.

Bacalhôa Vinhos

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A Bacalhôa Vinhos de Portugal foi fundada em 1922 sob a designação João Pires & Filhos.
A actividade da empresa começou por ser a produção de vinhos com uvas da região de Palmela. No decorrer da década de 70, a Bacalhôa Vinhos de Portugal investe em modernas técnicas de viticultura e enologia permitindo melhorar a produção de vinhos de qualidade.
Em 1998, o Comendador José Berardo torna-se o principal accionista. São feitos novos investimentos no plantio de novas vinhas, na modernização das adegas e na aquisição de novas propriedades. É iniciada uma parceria com o Grupo Lafitte Rothschild na Quinta do Carmo.
Em 2008 é adquirida a Quinta do Carmo, tendo o Grupo Lafitte Rothschild adquirido uma participação na Bacalhôa Vinhos de Portugal. Também em 2008 a Bacalhôa tornou-se a maior accionista na Aliança.
O Grupo Bacalhôa dispõe de adegas nas regiões mais importantes de Portugal: Alentejo, Península de Setúbal (Azeitão), Lisboa, Bairrada, Dão e Douro.
Com uma capacidade total de 20 milhões de litros, 15.000 barricas de carvalho e uma área de vinhas em produção de cerca de 1.000 hectares, a Bacalhôa Vinhos de Portugal prossegue a sua aposta na inovação no sector, tendo em vista a criação de vinhos que proporcionem experiências únicas e surpreendentes, com uma elevada qualidade e consistência.