Novidade
Casa Santa Eulália Superior Alvarinho
Branco
2016
Minho
Preços
Sócio
6,65 Gfa
39,90 Cx
Não Sócio
7,00 Gfa
42,00 Cx
Vendido em cx de 6 gfa x ()
  • Notas de prova

Cor amarelo citrino. Aroma de boa intensidade, frutado e floral com notas tropicais. A boca confirma a fruta mostrando-se fresco e equilibrado. Final persistente.

Designação Oficial: 
Regional

Temperatura de Serviço: 

8/10ºC

Teor alcoólico: 

12.50%vol

Longevidade: 

3 a 4 anos

Harmonizações: 

  • mariscos |
  • Peixes |
  • Carnes brancas.

Situações de consumo: 

Com a refeição
Vinificação: 
Vindima manual para caixas de 20 kg. Desengace total. Fermentação com controlo de temperatura em cubas de inox. Estágio de 6 meses sobre as borras finas.
  • Castas
  • Região
  • Enólogo
  • Produtor

Alvarinho

Minho

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A região dos Vinhos Verdes/Minho é a maior zona vitícola portuguesa e situa-se no noroeste do país, coincidindo com a região não vitícola designada por Entre Douro e Minho. A região é rica em recursos hidrográficos, sendo limitada a norte pelo Rio Minho e pelo Oceano Atlântico a oeste. No interior da região predominam as serras, sendo a mais elevada a Serra da Peneda com 1373 m.

A flagrante tipicidade e originalidade destes vinhos é o resultado, por um lado, das características do solo, clima e factores sócio-económicos da Região dos Vinhos Verdes, e, por outro, das peculiaridades das castas autóctones da região e das formas de cultivo da vinha. Destes factores resulta um vinho naturalmente leve e fresco, diferente dos restantes vinhos do mundo.

Foi no Noroeste, no coração mais povoado de Portugal desde os tempos asturo-leoneses, que a densa população cedo se espalhou pelas leiras de uma terra muito retalhada. 

A partir do século XII existem já muitas referências à cultura da vinha cujo incremento partiu da iniciativa das corporações religiosas a par da contribuição decisiva da Coroa. 

A viticultura terá permanecido incipiente até aos séculos XII-XIII, altura em que o vinho entrou definitivamente nos hábitos das populações do Entre-Douro-e-Minho. A própria expansão demográfica e económica, a intensificação da mercantilização da agricultura e a crescente circulação de moeda, fizeram do vinho uma importante e indispensável fonte de rendimento. 

Embora a sua exportação fosse ainda muito limitada, a história revela-nos, no entanto, que terão sido os «Vinhos Verdes» os primeiros vinhos portugueses conhecidos nos mercados europeus (Inglaterra, Flandres e Alemanha), principalmente os da região de Monção e da Ribeira de Lima. 

No século XIX, as reformas institucionais, abrindo caminho a uma maior liberdade comercial, a par da revolução dos transportes e comunicações, irão alterar, definitivamente, o quadro da viticultura regional. 

A orientação para a qualidade e a regulamentação da produção e comércio do «Vinho Verde» surgiriam no início do século XX, tendo a Carta de Lei de 18 de Setembro de 1908 e o Decreto de 1 de Outubro do mesmo ano, demarcado pela primeira vez a «Região dos Vinhos Verdes». 

Questões de ordem cultural, tipos de vinho, encepamentos e modos de condução das vinhas obrigariam à divisão da Região Demarcada em seis sub-regiões: Monção, Lima, Basto, Braga, Amarante e Penafiel. 

No entanto, o texto da Carta de Lei de 1908 apenas é regulamentado no ano de 1926 através do Decreto n.º 12.866, o qual veio estabelecer o regulamento da produção e comércio do «Vinho Verde», consagrando o estatuto próprio da «Região Demarcada, definindo os seus limites geográficos, caracterizando os seus vinhos, e criando a «Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes» instituida para o pôr em execução. Posteriormente, em 1929, o referido regulamento viria a ser objecto de reajustamento através do Decreto n.º 16.684. 

Motivo de grande significado à escala mundial, foi a aceitação do relatório de reinvindicação da Denominação de Origem «Vinho Verde», apresentado ao OIV - Office International de la Vigne et du Vin -, em Paris (1949), e posteriormente, o reconhecimento do registo internacional desta Denominação de Origem pela OMPI - Organização Mundial da Propriedade Intelectual, em genebra (1973). 

O reconhecimento da Denominação de Origem veio assim conferir, à luz do direito internacional, a exclusividade do uso da designação «Vinho Verde» a um vinho com características únicas, devidas essencialmente ao meio geográfico, tendo em conta os factores naturais e humanos que estão na sua origem. 

Em 1959, o Decreto n.º 42.590, de 16 de Outubro, cria o selo de garantia como medida de salvaguarda da origem e qualidade do «Vinho Verde», e o Decreto n.º 43.067, de 12 de Julho de 1960, publica o respectivo regulamento. 

Outro marco de extraordinária importância, foi o reconhecimento de um estatuto próprio para as aguardentes vínicas e bagaceiras produzidas nesta Região Demarcada (Decreto-Lei 39/84 de 2 de Fevereiro), o que viria contribuir para a diversificação de produtos vínicos de qualidade produzidos nesta Região. 

Como consequência da entrada de Portugal na Comunidade Europeia, é promulgada, em 1985, a Lei-Quadro das Regiões Demarcadas, que determinaria a reformulação da estrutura orgânica da Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes. 

Finalmente, em 1992, é aprovado o novo estatuto pelo Decreto-Lei nº 10/92, de 3 de Fevereiro. Recentemente, foi efectuada uma actualização pelo Decreto-Lei nº 263/99, de 14 de Julho, quanto a diversas disposições relativas à produção e ao comércio da denominação de origem "Vinho Verde".

Fonte: Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes

Observações dos produtores acerca deste vinho: 
De uma criteriosa selecção do Terroir e das uvas produzidas na Casa Santa Eulália, do séc. XVII, que se encontra na família há várias gerações surge este vinho, monovarietal Alvarinho, que demonstra toda a nobreza da casta, bem como a paixão e dedicação pela viticultura da família Marques Leandro.

Casa de Santa Eulália

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Casa Santa Eulália propriedade de Maria Teresa Gil P. C. Marques Leandro situa-se na freguesia de Atei, no concelho de Mondim de Basto, em plena região dos vinhos verdes.

As excelentes condições climáticas e o solo granítico aliados ao gosto pela viticultura, que não se tem perdido ao longo das gerações, contribuíram para o empenho na reestruturação de 38 hectares de vinha e na construção de uma nova adega projectada pelo arquitecto Arnaldo Pimentel Barbosa.

Esta adega está incorporada numa casado séc. XVIII que se encontra na família há várias gerações.
Está equipada com as mais inovadoras tecnologias com o objectivo de enaltecer todas as propriedades da uva. No entanto, mantém-se o tradicional processo de vinificação dos Vinhos Verdes Tintos, com pisa em lagares.

Os vinhos produzidos na Casa Santa Eulália são provenientes de um rigoroso acompanhamento da evolução da maturação das uvas, de um cuidadoso controlo sanitário da vinha e da selecção das melhores uvas das castas encomendadas para a Sub-região de Basto. Todo este trabalho está sob a orientação de Francisco Marques Leandro e Anselmo Mendes.

Só desta forma, com respeito pela natureza e dedicação exaustiva desde o terreno à adega é que podemos garantir a qualidade e o carácter próprio dos nossos vinhos.

Clique aqui para visitar o site Casa Santa Eulália