Novidade
nã te rales
Branco
2017
Alentejo
Preços
Sócio
5,70 Gfa
34,20 Cx
Não Sócio
6,00 Gfa
36,00 Cx
Vendido em cx de 6 gfa x (0,75l)
  • Notas de prova
Cor citrino esverdeado. Aromas jovens de fruta branca fresca e leve floral. Boa acidez na boca, num conjunto suave. Final agradável.
Designação Oficial: 
D.O.C.

Temperatura de Serviço: 

11/12ºC

Teor alcoólico: 

13.50%vol

Longevidade: 

2 a 3 anos

Harmonizações: 

  • Pratos de peixe e marisco

Situações de consumo: 

Com a refeição
Vinificação: 
Desengace total e prensagem seguida de clarificação estática e fermentação em cubas de inox, com temperaturas de 13 °C.
  • Castas
  • Região
  • Enólogo
  • Produtor

Antão Vaz

Arinto

Verdelho

Alentejo

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O plantio da vinha nesta região data do período romano, como atestam vestígios vários dessa época, nomeadamente graínhas de uva descobertas nas ruínas de São Cucufate, perto da Vidigueira, e alguns lagares romanos.Os primeiros documentos escritos sobre o plantio da vinha datam do século XII.

Na imensidão de horizontes planos, ou quase planos, o Alentejo tem como acidentes orográficos mais importantes as serras de Portel (421 m), Ossa (649 m) e S. Mamede (1025 m).

É no entanto nas elevações isoladas que se geram os microclimas propícios ao plantio da vinha e que conferem qualidade às massas vínicas.

A posição meridional e a ausência de relevos importantes são responsáveis pelas características Mediterrânica e Continental do clima. A insolação tem valores bastante elevados, o que se reflecte na maturação das uvas, principalmente nos meses que antecedem a vindima, conferindo às uvas uma desejável acumulação dos açúcares e de matérias corantes na película dos bagos.

As vinhas localizam-se na sua maioria, em substrato geológico de rochas plutónicas (granitos, tonalitos, sienitos e sienitos nefelínicos), sendo contudo de salientar a diversidade de manchas pedológicas nas quais as vinhas são instaladas (nomeadamente manchas xistosas e argilo-calcárias).

É igualmente importante referir que os melhores terrenos são eleitos para a cultura cerealífera e exploração agro-pecuária, enquanto que a vinha e a oliveira, dada a sua rusticidade, assentam nos solos com fraca capacidade de uso.

A similitude das características organolépticas dos vários VQPRD do Alentejo acrescida pelo facto de o consumidor os associar genericamente à referida menção, justificam a Denominação de Origem "Alentejo", na qual estão incluídas as seguintes 8 sub-regiões: "Portalegre", "Borba", "Redondo", "Reguengos", "Vidigueira", "Évora", "Granja-Amareleja" e "Moura".

O Vinho Regional "Alentejano" é produzido em toda a região vitivinícola Alentejo. 

 

Fonte: Instituto da Vinha e do Vinho, I.P.

Observações dos produtores acerca deste vinho: 
Simples e envolvente, este vinho é a expressão da nossa gratidão à terra. As castas Arinto, Antão Vaz e Verdelho divertem-se, acarinhadas pela riqueza dos solos de Beja e calor alentejano.

Herdade Monte Novo e Figueirinha

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O melhor vinho é aquele que é partilhado. Partilhado por gerações, partilhado com amigos, partilhado com Portugal e com o Mundo!
A nossa adega nasce assim, em 2003, através da fusão de toda a paixão pelos vinhos e por os grande sabores.
Em 2006 nasce o lagar. Nasce o azeite de sabor frutado, suave e com um toque picante.
O Monte Novo e Figueirinha, Adega e Lagar é isto, um trabalho de excelência, de máxima qualidade e, acima de tudo, o amor pelo vinho, pelo azeite e pela família.

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